Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2009

Mais uma corrente que morre às minhas implacáveis mãos

A WL do Capuccino desafiou-me para:

 

a) Escrever uma lista com 8 coisas que sonho fazer ou com as quais sonhe;
b) Convidar 8 bloguistas a responder ao mesmo;
c) Comentar no blog de quem partiu o desafio;
d) Comentar no blog de quem desafiamos;
e) Mencionar as regras.

 

Já tive oportunidade de lhe agradecer e dizer que as alíneas b) e d) estão fora de questão porque tenho alma de quebra-correntes, forjada à laia de muitos mails do género "Olá, eu sou a Mafalda e estou a morrer de cancro, ajuda-me depositanto 20€ na seguinte conta para financiar a minha viagem a Londres onde há um médico muito especial e só ele é que me pode salvar. Mais importante ainda, passa isto a todos os teus contactos.".

Hoje em dia não consigo ser racional sobre isto, chega ao pé de mim uma corrente e eu, pás!, quebro-a.

O que não quer dizer que eu não possa responder aos desafios, mesmo que não desafie mais ninguém.

Sendo assim, aqui vai, oito desejos, não é?

  • Nunca ter de viver sob nenhum género de ditadura, nem sequer a do proletariado;
  • Nunca viver em guerra nem consumida pelo medo;
  • Nunca ter acesso ou conviver com armas de fogo, pelo menos até ao dia em que precise de uma para me matar;
  • Saber sempre rir-me de mim própria como me rio dos outros;

 

(em quantos vai? OK, agora uma ou duas coisitas que sonho fazer. Ou três.)

  • Escrever um livro. Não, escrever vários livros muito bons, assim é que é;
  • Acordar um dia e descobrir que sei tocar piano muito melhor que a Maria João Pires;
  • Ser a cicerone do Eça de Queiróz na sua viagem ao futuro, explicar-lhe como andamos a foder isto tudo ainda mais que no tempo dele, mostrar-lhe os avanços da tecnologia "então não sabes conduzir um carro com mudanças automáticas, pá? Então vá, eu ensino-te.", "Atende o telemóvel, meu!", "Olha, aquele é que é o Sócrates.", etc., e discutir com ele como é que nós os dois vamos salvar a humanidade. 
  • E finalmente, como disse o Ricardo Reis, se não era isto era qualquer coisa do género, estou a citar de cor e a minha memória é o que se sabe, "aos deuses peço só que me concedam o nada lhes pedir.".
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Buraco tapado por Citadina às 15:04
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