Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

A Vida Privada de Salazar - who cares?

Não vi a mini-série (nem sei se já deu) e também não vou ver o filme, mas como a SIC não pára de nos assustar com publicidade a tais produções, eu queria pedir ao Nuno Santos, ou lá quem manda no canal, se ainda é possível, recorrendo a tecnologia avançada, retirar as últimas duzentas camadas de maquilhagem de cima da cara do Diogo Morgado, que é quem faz o papel de António Oliveira, porque assim ele vai-se parecer menos com um morto-vivo e, consequentemente, a série / filme ganhará mais credibilidade, aumentando as hipóteses de convencer alguém que a vida privada de Salazar tinha mais interesse quando ele era vivo do que agora, que está morto. Obrigada.

Buraco tapado por Citadina às 09:56
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6 comentários:
De orquídea a 6 de Fevereiro de 2009 às 11:02
Só vi os spoilers... e por momentos até me fez lembrar o "Thriller" do Michael Jackson..
De Citadina a 6 de Fevereiro de 2009 às 12:27
Exactly my point.
De Cosmopolita a 10 de Fevereiro de 2009 às 18:22
A mim o que me chateia é o Nonsense todo deste enredo, como diz, e muito bem, o Eduardo Pitta aqui (http://daliteratura.blogspot.com/2009/02/nonsense.html). Do padreco tenebroso, de alma, coração e essência de bufo, medroso, cobarde e ditatorial, provinciano de origem e horizontes, tosco de espírito e perigoso, fizeram uma espécie de James Bond que galava tudo o que tinha saias e pergaminhos...Com franqueza!!! Acredito que haja o desejo de alguns em recuperar a imagem deste fascista, mas mentir e adulterar desta maneira os factos é fazer os outros de parvos!
De Citadina a 11 de Fevereiro de 2009 às 10:45
Excelente crítica com a qual concordo em absoluto, Cosmo! É mau demais!
De Carlos Sanchez a 28 de Fevereiro de 2009 às 16:06
Houve coisas que gostei e outras que nem tanto. Achei que a caracterização não estava grande coisa em certas partes e que pormenores como o das mãos continuarem jovens foram muito maus. Também não gostei do argumento, não estava mal escrito, mas muito lento. Sei que foi apenas sobre a vida privada mas seria interessante meter algo mais publico para tornar a estória mais em história. Relativamente ao Diogo Morgado não posso dizer que me desiludiu. Até me surpreendeu, embora o problema de ter pronúncia e depois não ter foi uma pedra no sapato. Coisas boas: Para mim a mais importante é que realmente não teve nada de telenovela, ao passo que séries como o Ecuador, por mais voltas que quieram da, por mais produção que lhe metam, acaba sempre por ter liguagem de telenovela. Gostei muito do Filipe Vargas, que para quem não sabe é quem fez de cardeal Cerejeira. Outros pontos que sublinhei como factores de qualidade, foi a música, a fotografia a cenografia e os figurinos. A realização parece-me que foi bastante bem conseguida em grande parte. Gostei muito da cena final.
De Citadina a 2 de Março de 2009 às 12:26
Carlos,
Eu, como ameacei que ia fazer, não vi. Apenas li sobre. E foi igualmente assutador. Parece que retrataram o homem como o típico exemplar do macho-latino-papa-todas. Mais valia a série ter-se chamado "A vida sexual de Salazar". E quanto a isso, continuo a perguntar: who cares?!
Obrigada pelo seu comentário.

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