Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

I wonder...

Era a isto que se referiam aqui?

Se era, minhas amigas, estamos mal, muito mal.

Buraco tapado por Citadina às 15:15
Link do post | Tapa também
12 comentários:
De estrelaminha a 6 de Fevereiro de 2009 às 15:52
boa tarde!
agora aqui, que no twitter estamos mais limitadas. ;-)
concordo em absoluto contigo. é certo que estas porcarias existem em todas as orientações sexuais, mas pedir colaboração com um intuito e depois escancararem com esta reportagem, na minha opinião, é abusar de quem quer levar a bom porto os direitos que todos os cidadãos têm direito.
se essas senhoras que se dizem heterossexuais gostam de entrar nesses jogos, fixe para elas, nada contra, quem sou eu para julgar a intimidade de cada um.
esquecem-se é que estão a denegrir a imagem de quem não tem nada a ver com estes jogos e quer viver a vida como todos os outros.
bom fim-de-semana!
beijos
De x-pressiongirl a 6 de Fevereiro de 2009 às 22:13
Não era Citadina. Infelizmente não era este tipo de artigo que esperava. Caiu há pouco o post que escrevi a propósito desse artigo e não falei ainda com nenhuma lésbica que tivesse gostado dele, inclusive com uma das entrevistadas. O propósito do artigo, parece-me a mim, é focar as mulheres heterossexuais que se envolvem com outras com a finalidade de excitar um homem. Não foi isto que a jornalista disse quando procurava pessoas para entrevistar. Acho bem que façam artigos sobre estas mulheres, mas não me parece sensato que a jornalista tenha andado à procura de lésbicas para se prestarem a este papel.
Estrelaminha, não são só as heterossexuais que gostam deste tipo de jogos, também há lésbicas que gostam. Se não enganam ninguém e se o fazem de livre vontade não vejo mal nenhum.
Apenas lamento a falta de transparência de quem escreveu o artigo, ao esconder que a intenção era explorar mulheres supostamente heterossexuais que tivessem tido aventuras esporádicas com outras mulheres.
De Citadina a 9 de Fevereiro de 2009 às 13:05
Pois, eu sei que não era, x-pressiongirl, mas infelizmente também sei o que faz vender revistas, daí a minha desconfiança em relação aos termos do apelo no vosso blog. Espero que compreenda que não foi nada pessoal, aliás eu sou fã do Sem Bikini, mas acontece que conheço bem as dinâmicas economicistas dos media formais, acredite que já não há independência, e mesmo intenções transparentes são raras!
De Citadina a 9 de Fevereiro de 2009 às 13:00
100% apoiado, Estrelaminha!
De estrelaminha a 7 de Fevereiro de 2009 às 15:28
boa tarde!
x.pressiongirl, como deve ter reparado eu escrevi que "...é certo que estas porcarias existem em todas as orientações sexuais...", para mim são porcarias, pois tenho esta postura na vida. também referi "...gostam de entrar nesses jogos, fixe para elas, nada contra, quem sou eu para julgar a intimidade de cada um."
sendo assim, penso que estamos de acordo. ;-)
um bom fim-de-semana para a menina!
beijos
De x-pressiongirl a 7 de Fevereiro de 2009 às 15:41
Obrigada pelo reparo, estrelaminha. Um bom fim-de-semana também! ;-)
De Observador a 8 de Fevereiro de 2009 às 11:43
São títulos como este que vendem.
Será a forma mais correcta de fazer jornalismo?
Claro que não.
Mas é o que temos.
De Citadina a 9 de Fevereiro de 2009 às 14:14
Exactamente, Observador: é o que temos. Ingénu@s de nós se acreditarmos no "Pai Natal".
De Cosmopolita a 9 de Fevereiro de 2009 às 14:56
Caríssim@s:

Não li este artigo na revista Sábado, aliás só agora acabei de ler o post no Sem Bikini com o apelo que fazia e os comentários a este.

É um facto que tudo o que diga respeito a sexo entre mulheres, sobretudo se estas forem do tipo "femme" e não "butch", vende imenso. Aliás, até a sociedade heterossexual mais conservadora aceita duas mulheres desse tipo na cama, assumindo obviamente que elas o fazem para bem de algum observador ou participante do sexo masculino.

Senão vejam. Houve o "L-Word", estendeu-se ao fim de meses à "Anatomia de Grey", às novelas brasileiras, portuguesas, e ainda ontem o vi no cinema no "Vicky, Cristina, Barcelona", etc. Tornou-se num ingrediente indispensável para fazer aumentar as vendas seja do que for. Ou seja, tornou-se numa "moda". Fica bem ter uma aventura casual e passageira com outra mulher feminina, não nos torna lésbicas, apenas torna o nosso CV sexual mais interessante.

É uma pena as jornalistas só investigarem uma face da questão, embora se perceba que há pessoas que trocam a seriedade das investigações jornalísticas por alguma notoriedade que até pode confundir-se com o desejo ou pedido de angariação de mulheres para aventuras sexuais de alguns notáveis desta praça. Não seria a primeira vez nem a mais sofisticada. Aliás é vê-los aos casais, nas noites gay da capital, à procura de parceira para realização das suas fantasias sexuais.

Quanto ao resto estou de acordo com a Citadina e com a Estrelaminha: desde que não me chateiem nem uns nem outros, não me fazem mossa!

E também estou de acordo com elas no que diz respeito ao facto de marginalizarem as mulheres "butch" no apelo que fizeram. Há mulheres lésbicas e bissexuais bonitas, feias, gordas, magras, inteligentes, burras, empregadas, desempregadas, cultas, ignorantes, "femme", "butch", etc. Não se faz um artigo sobre estas estendendo um filtro que seleccione apenas aquelas de que os homens gostam!
De Citadina a 9 de Fevereiro de 2009 às 15:00
100% apoiado, Cosmo!
De alexandre monteiro a 11 de Fevereiro de 2009 às 00:30
desculpem lá.... eu até sei o que são homens bear, mas o que é que são mulheres butch?
De Citadina a 11 de Fevereiro de 2009 às 15:54
Boa pergunta, Alexandre.
São rotulagens, mais rotulagens, até mesmo dentro de grupos / comportamentos rotulados... Guetos dentro de guetos? Enfim...
Veja aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/Butch_and_femme
Obrigada pelo comentário!

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