Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009

White Knot

Para que todos possamos (se quisermos) dar o nó. Com quem queremos.

 

(clique na imagem para aceder ao site da WhiteKnot Organization)

 

Buraco tapado por Citadina às 15:39
Link do post | Tapa também
10 comentários:
De Cosmopolita a 12 de Fevereiro de 2009 às 16:27
Something in mind my love? Or shall I say someone?
De Citadina a 12 de Fevereiro de 2009 às 16:29
Something with someone!
De estrelaminha a 12 de Fevereiro de 2009 às 16:29
boa tarde!
é uma excelente iniciativa, espero que atinja os fins. ;-)
De Citadina a 12 de Fevereiro de 2009 às 16:30
Sem dúvida!
A ver se pega em Portugal...
De -pirata-vermelho- a 12 de Fevereiro de 2009 às 18:32
Só que...
(apelando à consideração das autoras)
a cavalo na insistência na igualização está-se a reforçar/recuperar uma instituição hipócrita e venal - o casamento.
Esta questiúncula é, no mínimo, instrumantal e é também acomodatícia, se vista de um plano de compreensão um pouco mais elevado e apesar da maquilhagem de combate.
De Citadina a 13 de Fevereiro de 2009 às 12:10
Pirata,
De acordo com a classificação de "hipócrita e venal" se virmos o casamento como um mero contrato comercial.
Acontece que eu não encaro a instituição do casamento (apenas) dessa forma.
Para mim, não se trata da estrita definição de direitos e deveres, mas também da celebração de laços derivados de sentimentos. E porque é que isto é importante? (E aqui, permita-me os parentesis para lhe dizer que não seria preciso explicar-lhe isto se o Pirata fosse uma pessoa com certos direitos truncados. Como não é, ou seja, como - felizmente - já os tem adquiridos, claro que não sente nenhuma necessidade de mexer uma palha que seja para lutar por eles.)
Mas estava eu a tentar explicar-lhe por que é importante celebrar o casamento para garantir direitos aos conjuges que não se limitam a bens materiais. Três exemplozinhos apenas:
Direito a constituir família e tudo o que isso acarreta;
Direito a assistência à família em caso de doença;
Direito de decidir questões de vida ou morte, em casos vegetativos, de tipo de funeral, etc..
E outras coisas "emocionais", mas importantes, sim, sim, direitos importantes, que truncados podem destroçar vidas.
Por isso, agora sim, permita-me discordar quando diz que a questão é instrumental e acomodatícia, porque salta aos olhos que é exactamente o contrário.
Termino agradecendo o seu comentário, porque gosto sempre muito de comntários inteligentes e/ou desafiantes, concorde ou não com eles.
Abraço!
De -pirata-vermelho- a 14 de Fevereiro de 2009 às 23:04
Porém
tudo isso poderia ser tratado pelo rcurso a outros instrumentos - procurações, testamentos, públicas formas de qualquer espécie...
Isso sim, seria produzir uma mudança, estatuindo apenas na parte funcional e acentuando o caracter livre da associação de pessoas; aos pares, neste caso e pelas razões e nos formatos que lhes aprouvesse.
Claro que para isto é preciso ter lata.
Era...!

De Citadina a 16 de Fevereiro de 2009 às 11:36
Mas Pirata... O casamento é uma livre associação de pessoas. E para quê mudar 10 coisas (ou 20 ou 30) quando só é necessário mudar uma, ainda por cima com a vantagem pedagógica da igualdade, ou seja, da não-discriminação?
De -pirata-vermelho- a 16 de Fevereiro de 2009 às 17:44
Associação constrangedora! Com o peso agravante da carga mítica e institucional. O casamnto é um dos principais instrumentos da igreja, no conjunto da sua parafernália e dominação.
A tal livre associação das pessoas (se possível,oque duvido...) teria que ser construída à custa dos tais múltiplos esforço,de outro modo será apenas tranquilidade ilusória e oportunismo individual ou político.
De Citadina a 16 de Fevereiro de 2009 às 18:08
Mas Pirata: trata-se exactamente do contrário! O casamento JÁ NÃO É um monopólio da Igreja! Hurra!
E carga, meu amigo, como é sabido, está na cabeça de cada um.

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