Domingo, 31 de Dezembro de 2006

Next Year Baby

Jamie Cullum já cantou "Dindi" de Tom Jobim, já dançou ao som dos batuques do carnaval brasileiro, já interpretou "Ta Douleur" de Camille Dalmais, "Rocket Man" de Elton John, "Don't Cha" das Pussycat Dolls, "Lover, You Should’ve Come Over" de Jeff Buckley , clássicos como "My Funny Valentine", "I’ve Got You Under My Skin" e "I Could Have Danced All Night", tudo isto nos seus espectáculos ao vivo e no seu estilo único e irresistível, domando magistralmente um piano ou uma guitarra, acompanhado por uma banda que lhe serve como uma luva.
 
Como se não bastasse, é também um compositor "jazzístico" fora de série e um letrista bafejado por uma inspiração genial.
 
Aqui ficam, nas suas palavras, algumas resoluções para o próximo ano.
 
Next Year Baby
 
Next year , things are gonna change
Gonna drink less beer , and start all over again
Gonna read more books , gonna keep up with the news
Gonna learn how to cook , spend less money on shoes
I’ll pay my bills on time , and file my mail away , everyday
Only drink the finest wine , and call my Gran every Sunday
 
Resolutions , baby they come and go
Will I do any of these things ? The answers probably no
If there’s one thing I must do, despite my greatest fears
I’m gonna say to you , how I felt all of these years
Next Year
Next Year
 
I’m gonna tell you how I feel
I‘m gonna tell you how I feel
 
Resolutions , baby they come and go
Will I do any of these things ? The answers probably no
If there’s one thing I must do, despite my greatest fears
I’m gonna say to you , how I felt all of these years
Next Year
Next Year
 
In: Twentysomething, Outubro 2003.
Buraco tapado por Citadina às 13:25
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Sábado, 30 de Dezembro de 2006

Private joke

Se eu tiver uma filha vou-lhe chamar Angelinha Jolie.
Buraco tapado por Citadina às 13:29
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Quinta-feira, 28 de Dezembro de 2006

I Get A Kick Out of You

A minha irmã apresentou-me há uns tempos a este rapaz. Desde então já tive oportunidade de o ver e ouvir ao vivo no Coliseu dos Recreios em Lisboa. Uma experiência inesquecível. Um must na minha colecção e um prazer na minha vida. Thank you, Jamie!

Ao vivo no Blenheim Palace, U.K. (clique aqui para ver o vídeo no You Tube).


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Buraco tapado por Citadina às 15:05
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Domingo, 24 de Dezembro de 2006

Frase mais ouvida

...em várias grandes superfícies comerciais lisboetas, nesta "santa" quadra natalícia:

"Isto é um inferno!".

Buraco tapado por Citadina às 11:29
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Sexta-feira, 22 de Dezembro de 2006

De repente ocorreu-me...

É assim muito grave eu não ter feito árvore de Natal?
Buraco tapado por Citadina às 16:18
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Quarta-feira, 20 de Dezembro de 2006

Pelas ruas do mundo #2

As estradas portuguesas são perigosas? Think again:

Se calhar os condutores que circulam nas estradas portuguesas é que são perigosos...

Portanto, nesta quadra festiva tenham cuidado, sejam conscientes, não se matem, não matem ninguém, e tenham um Feliz Natal !!

(fotos: estrada na Bolívia)

Buraco tapado por Citadina às 13:10
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Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2006

Geração à rasca?

Portugal foi um dos únicos quatro países da União Europeia onde o nível de vida se deteriorou consecutivamente nos últimos três anos. De acordo com dados estatísticos hoje divulgados pelo Eurostat, o PIB per capita ajustado às paridades de poder de compra caiu em Portugal, entre 2003 e 2005, do equivalente a 73% da média europeia para apenas 70%.

Não raras vezes olho à minha volta e fico perplexa com a quantidade absurda de carros (novos) de alta cilindrada, com as enchentes nos centros comerciais, com as casas, as roupas, os acessórios, os estilos de vida fartos e rechonchudos que aparenta ter a classe média portuguesa.

Qual crise, qual subida das taxas de juro, qual nível de endividamento das famílias galopante? Nada parece afectar esta gente.

Sou só eu que ando à rasca, ou é a ditadura das aparências que cega meio mundo?

Buraco tapado por Citadina às 12:33
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Domingo, 17 de Dezembro de 2006

Pelas ruas do mundo

Carro da polícia veneziano

Buraco tapado por Citadina às 12:55
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Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2006

Tenham medo; tenham muito medo

Maria José Morgado nomeada para coordenar a investigação do processo Apito Dourado.

A justiça ganha credibilidade.

Buraco tapado por Citadina às 13:36
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Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2006

Scones à minha moda

O tédio decorrente de um retiro forçado e de uma televisão que só dá merda tem destas coisas. Deu-me para me armar em fada do lar e decidir ir para a cozinha fazer qualquer coisa pindérica e anti-linha decente, como scones.
Portanto, se alguma vez lhe acontecer o mesmo, eu dou uma ajudinha.
 
Ingredientes:
220 g de farinha de trigo
1 colher de chá de fermento em pó
50 g de manteiga
25 g de açúcar
7 colheres de sopa de leite
 
Se já os reuniu em cima de uma mesa vá vestir o fato-macaco (depois não diga que eu não avisei).
Bom, pese lá a farinha... Ah, não tem balança?... Pois, nem eu, mas telefonei à minha mãe e ela disse-me que uma colher de sopa cheia são mais ou menos 20 gramas...
Cheia como?... Eu sei lá! É pá, cheia... Eu também tinha preferido encontrar uma receita com as quantidades já “em colheres”.
Mas enfim, peneire a farinha e o fermento para dentro de uma tigela.
... Pois, não tem peneira. Olhe, então não peneire. O que é que pode acontecer, verdade?!
Portanto, sendo assim, misture tudo. Sim, tudo, à vontade, não há ordem específica, tudo para dentro da gamela!
Mas não amasse (parece que esta parte é muito importante). Não pise, não repise, não volte a amassar, é só misturar (sei lá porquê, está aqui escrito).
A seguir unte um tabuleiro de ir ao forno e ponha este a aquecer até aos 220 graus.
Espalhe farinha sobre uma mesa e vá fazendo bolinhas com a massa.
Eu sei, é uma autêntica cagada , mas por isso é que lhe disse para vestir o fato-macaco, até porque a farinha salta por todos os lados.
As bolinhas devem ter 4,73 cm de diâmetro.
(Desculpem, não resisti).
Coloque as bolinhas no tabuleiro untado e leve ao forno 10 a 15 minutos.

Sirva quente com compotas e/ou manteiga e coma a maior quantidade possível, pois ao outro dia metem nojo (trust me).

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Buraco tapado por Citadina às 17:40
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Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2006

Três anos

... de uma nova vida.
Faz hoje três anos que quase me matei num acidente de mergulho.
Esse acidente marcou o culminar de uma época negra na minha vida.
Nesse ano de 2003, até vi o Natal dos Hospitais... num hospital.
Hoje é tudo melhor.
Buraco tapado por Citadina às 15:56
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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2006

Flexisegurança

Uma teoria muito bonita, sim senhor. Até posta em prática com sucesso pela... Dinamarca.

No entanto, uma conhecida tentativa de adaptação ao contexto francês, deu no que deu: a resposta em massa contra o CPE (Contrato de Primeiro Emprego) abalou significativamente os projectos de liberalização do mercado de trabalho.

E em Portugal? O Governo já anunciou estar a estudar o modelo de forma a adaptá-lo ao contexto português, afirmando que há medidas possíveis de implementar e outras “inapropriadas”. Esperemos todos que isto não queira dizer que em Portugal será implementada a parte da “flexi”, sem a parte da “segurança”.

 

Mas de qualquer forma, as dúvidas não param de me assaltar:

 

1 - Se no passado recente a regra em Portugal foi – e ainda é -  fazer cortes nos subsídios de desemprego, seja no seu montante ou através da redução do período subsidiado, tudo consequência das restrições orçamentais do Estado, que o dinheiro não dá para tudo, blá, blá, blá, que é preciso equilibrar as contas públicas (reduzindo as prestações sociais, o peso da função pública, etc.), então, como é que de repente, vai haver margem orçamental para fazer face ao aumento do número de desempregados que obviamente a “flexi” vai gerar no curto-prazo (note-se que a retoma ainda é uma miragem e a economia continua de rastos)?

Não sejamos ingénuos: as mutações industriais, os avanços tecnológicos, a qualificação dos recursos humanos que geram ganhos de competitividade não se operam de repente. Já a injecção de desempregados no sistema, poder-se-á fazer de um dia para o outro, consoante o grau de flexibilização que se adopte (permita).

 

2 - E como é que vai haver margem orçamental para desatar a investir em formação para a re(qualificação) dos trabalhadores, de forma a permitir-lhes uma boa e rápida adaptação a um novo emprego, um dos fundamentos principais do modelo dinamarquês?

Vão aumentar ainda mais a carga fiscal sobre os trabalhadores por conta de outrém, ou vão exigir às empresas (e ao Estado) que retribuam à sociedade as vantagens que tiram da flexibilização do mercado de trabalho, assumindo os custos da “segurança”? No caso do Estado, como é que vai fazer isso, sem margem orçamental, e com as receitas de IRS a diminuírem de repente, se acontecerem despedimentos em massa?

 

E de facto, o que as pessoas querem é trabalhar (em condições dignas). Esta ideia subentendida de que é preferível, dependendo dos ciclos económicos, ter gente desempregada a ter gente empregada é, no mínimo, um mau princípio.

 

Elucidações são bem vindas. A caixa de comentários e o e-mail estão à disposição.

Buraco tapado por Citadina às 16:58
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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2006

O terrorista do outro 11 de Setembro

Morreu (ontem) Augusto Pinochet , "um torcionário do piorio, um fantoche dos americanos, responsável pela tortura e morte de milhares e milhares de chilenos", como alguém que me é muito querido o descreveu.

Pena, muita pena, muito injusto que não tenha sido julgado pelos seus crimes hediondos, mas de qualquer forma vira-se assim definitivamente uma página negra da história do Chile.

Buraco tapado por Citadina às 10:24
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Domingo, 10 de Dezembro de 2006

Noites brancas

Se tusso, não durmo, e dói-me a garganta.
Se tomo um comprimido para parar a tosse, condeno a terapia que me está a fazer tossir para desentupir os pulmões e prevenir os ataques de asma.
Se não parar de tossir, a minha garganta vai sangrar ainda mais e amanhã estarei não só com tosse e dores de garganta, mas também com uma constipação monumental e assim entupo os pulmões.
Se fizer a terapia da asma para desentupir os pulmões tusso.
Se tusso não durmo e dói-me a garganta ...
Buraco tapado por Citadina às 01:23
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Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2006

Um Conto de Natal (ficção ou realidade?)

Luanda, 8 de Dezembro de 2006
 
Hoje foi-me concedida uma audiência com o Chefe dos Serviços de Estrangeiros e Fronteiras de Angola.
Expus-lhe os factos: trabalho como consultor independente para um dos ministérios deste país há 18 meses.
 
Abrir parêntesis: sou um técnico altamente qualificado, mas o meu país aparentemente não precisa de mim. Durante uma vida inteira, sempre que tive de trabalhar – ou seja, basta dizer “sempre” – fui obrigado a expatriar-me. Já muitos países precisaram de mim. Estou a falar de mais de dez, em vários continentes. Mas o meu não, pelos vistos. Fechar parêntesis, continuando com os factos.
 
Há 18 meses mandaram dizer que em Angola precisavam de mim – e eu precisava do trabalho - e portanto mandaram-me vir, que se ia tratando das formalidades, que era urgente começar, que contavam comigo.
Mas só há nove meses é que me foram facultados pela minha entidade empregadora os documentos necessários para submeter um pedido de visto de trabalho . Antes disso (bom, na verdade, até hoje) era obrigado a sair de Angola de três em três meses, que é a duração de um visto ordinário. E para poder voltar ao meu posto de trabalho, por vezes esperei dois meses até que me fosse concedido novo visto.
 
Abrir novos parêntesis: Nesses tempos de espera não ganhava (ganho) dinheiro nenhum, mas as propinas dos meus filhos, a prestação da minha casa, do carro, as contas da luz, da água, do gás, do telefone, continuavam (continuam) inexoravelmente a chegar. Fechar.
 
Há um mês, fui informado que o meu visto de trabalho estava pronto, mas que só o Consulado angolano em Portugal é que mo podia dar, e só a mim, claro, “ao próprio”.
Viajei para Portugal. Gastei uma pipa de massa na passagem aérea para chegar a Portugal e me dizerem que tinha havido um engano qualquer, que não tinham visto nenhum para me dar, que aliás nem sabem onde pára o meu processo, que vão procurar...
 
Perdi mais um mês – sem ganhar dinheiro – à espera que me dessem mais um visto ordinário, para poder voltar a ir trabalhar para Angola, para tão longe dos meus filhos!
 
Parêntesis: será que já referi que mal vi os meus filhos crescerem? Não tive essa oportunidade. Sempre trabalhei em sítios nada aconselháveis para crianças. Cenários de guerra, pós-guerra, etc.... Fechar.
 
Que gostaria de saber onde pára o meu processo de pedido de visto de trabalho, e em que estado se encontra.
 
Após um longo silêncio que pretendia ser intimidante , foi-me dito sumariamente que o que eu devia ter feito era ter aguardado em Portugal que se desenrolasse todo este processo, que já se sabe que estas coisas demoram, e que eu estou ilegal em Angola. (!!!!)
Que o processo deve andar por uma das instituições envolvidas, Ministério do Trabalho, Ministério da Administração Interna, enfim, um deles.
Que tenho de ter paciência, aguardar.
 
Parêntesis: estou aqui para, entre outras coisas, formar quadros locais em áreas estratégicas para Angola. No entanto, sou olhado com desconfiança e desprezo pelos locais, porque estou a “levar” o dinheiro que é deles! É assim que vêem a questão: este tuga de merda não está aqui a transmitir conhecimentos que eles não têm, a contribuir para o desenvolvimento do país deles. Está a roubar o dinheiro “deles”, dinheiro esse que provém de donativos, subsídios, empréstimos a fundo perdido, investimentos, o que quiserem, estrangeiros!
 
Não posso ir a casa no Natal. Já perdi demasiado tempo em Portugal. O banco não se esquece de mim. Trata-me muito bem quando estou aqui, a fazer transferências para a conta daí, mas muito mal quando estou aí, e se me acaba o plafond , e as prestações caiem...no vazio.
 
Mais um Natal sem os meus filhos. Será que algum dia eles compreenderão?
Buraco tapado por Citadina às 19:31
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Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2006

Este blog é pelo SIM no referendo

E assim que eu aprenda a trabalhar com isto como deve ser, vai ter um daqueles "autocolantes" amarelos e tudo!!

Por enquanto, é por os olhinhos nestas palavras.

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Buraco tapado por Citadina às 17:01
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Uma questão de perspectiva...

Há uns anos, um advogado norte-americano contava-me que tinha visitado Lisboa no início de 1975, que nessa altura a cidade estava muito confusa, "something about a revolution", e que a única coisa que se lembrava era da praça onde desembarcou, vindo do Algarve.

"It's a big square by the river side. The train used to stop on the south side and then you'd have to take a ferry boat to the center of Lisbon."

"Oh, that must be Praça do Comércio.", disse eu.

"Yes, I think that's it. At the time it was very dirty, full of propaganda over the walls and the statue."

"Really?! The statue of D. José with his horse was covered with propaganda?!"

"Horse?... Are you sure? I could swear it was an elephant..."

 

 

Buraco tapado por Citadina às 15:15
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Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2006

Teste II (já agora, de uma beleza inexcedível)

Buraco tapado por Citadina às 16:26
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Terça-feira, 5 de Dezembro de 2006

TOU XINHEE??!!

... Olha... Desligoue.
Buraco tapado por Citadina às 15:21
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