Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2010

Estou pelos cabelos!

Longe de Portugal e dado que só tenho o pacote básico de televisão, o meu único contacto com a realidade do país acaba por ser através da RTP Internacional.

 

Mas já não aguento mais, estou pelos cabelos! Dir-se-ia que em Portugal e no mundo nada mais há do que os 42 mortos da Madeira e as escutas deste e daquele, mais as Comissões de inquérito e quejandas e todas as comadrices que ali se ouvem. Isso e aquele ser de pesadelo, do ponto de vista físico, intelectual, técnico, ético e estético que é a bruxa da MFL, para não falar já naquele ser inconcebivelmente repulsivo que é o palhaço das bananas!

 

Estou farta! Irra, que já chega!

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Buraco tapado por Cosmopolita às 21:55
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Sábado, 20 de Fevereiro de 2010

The dark side strikes again

Pasmei ao ver uma pseudo "tia" muito católica, tá a ver?, a manifestar-se na Av. da Liberdade, afirmando que não o fazia para discriminar ninguém ou para retirar direitos fosse a quem fosse, mas pela família.

 

Mas o que é que lhes dói? Não estão a a ser assediados, nenhum homossexual se quer casar ou constituir família com eles, ou quer?

 

Buraco tapado por Cosmopolita às 21:20
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Sábado, 13 de Fevereiro de 2010

IV Acto – O Derrube ou Golpe de Estado

Tal como já tinha sido previsto aqui, avizinha-se a tentativa de Golpe de Estado.

 

No saco de gatos que é o PSD, (quem se deve estar a rir até às lágrimas é a Manuela Ferreira Leite), partido desorganizado e dividido, cujos líderes já demonstraram à saciedade que não respeitam nada nem ninguém, nem interna nem externamente, quer a nível do partido, quer do país, já se pede a pele de Sócrates.
 
Por todo o lado se lê nos jornais o apelo à instabilidade “Governo está à espera de golpe de misericórdia”, “Sócrates recusa ser substituído sem eleições legislativas” e coisas quejandas.
 
Em todos os noticiários e meios de comunicação se descredibiliza a justiça e se põe em causa a idoneidade dos mais altos magistrados da Nação. As ordens destes não são cumpridas, o segredo de justiça é uma farsa, as providências cautelares não são observadas e a impunidade é generalizada. Quem manda em Portugal são os media, que, quando contrariados, imediatamente acusam o poder de censura, de ataques à liberdade de expressão e à própria democracia. Como disse Noronha do Nascimento à Judite de Sousa, pondo o dedo na ferida, “Censura, para a Comunicação Social, é sempre aquilo que é decidido por um juiz e ela não gosta!”
 
Tal como no futebol todos opinam sobre tudo como se abalizados peritos fossem. Não há melhores nem mais conhecedores técnicos que os espectadores e comentadores, que dão permanentemente lições aos treinadores e seus adjuntos de como estes deveriam ter actuado. Os portugueses são mesmo uns tristes!
 
Na pior altura possível para este tipo de acções, em que na arena internacional é dado como um facto que Portugal se seguirá a Grécia a nível do descalabro nas contas do Estado, em que os juros que o país tem de pagar no exterior sobem diariamente de forma exponencial, em que a bancarrota do país não é uma possibilidade remota, em que os portugueses não aguentam apertar mais o cinto nem o aumento do desemprego, mais uma vez pergunto: a quem interessa realmente este estado de coisas? Quem é o 4º poder que está por detrás deste enxovalhamento e descredibilização das instituições garantes da democracia?
Buraco tapado por Cosmopolita às 13:58
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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010

Quando os lobos interrogam, a justiça uiva!

Acabei de assistir à entrevista que a Judite de Sousa fez ao Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Dr. Noronha do Nascimento. De sublinhar da parte desta, o péssimo e tendencioso jornalismo, a má criação quando gesticulava de óculos em riste, o corpo inclinado para a frente, os olhos coruscantes e acusadores, o tom autoritário e agressivo, as interrupções constantes ao que o entrevistado respondia, o desagrado e falta de respeito quando as respostas não eram as que queria e a ausência de neutralidade jornalística e política, que foram uma constante. Até parecia um julgamento em que o acusador fazia cair sobre o réu uma chuva de perguntas, não lhe dando sequer a oportunidade de se defender.

 

Gostei do que disse e como disse o Dr. Noronha do Nascimento. Com toda a seriedade, a explicar, quando a outra o deixava, como funcionava a justiça, as instituições e como se relacionavam as diferentes hierarquias e competências dentro delas, nomeadamente no que lhe dizia institucionalmente respeito. Recusando-se sempre a fazer juízos de valor. Indignado muitas vezes por que ciente de que questionavam o seu bom nome. Para lhe tentar mostrar que era pelo menos tão idóneo e independente como os juízes de Aveiro. E que a independência dele não podia ser posta em causa só porque ele não tinha actuado como alguma comunicação social queria.
Acho que convinha lembrar que Segredo de Justiça - É a regra segundo a qual, aos sujeitos processuais não interessados ou a terceiros, é legalmente proibido conhecer o conteúdo dos actos e diligências praticados no processo. A tópica "segredo de justiça" é inseparável do princípio da publicidade – a outra face da moeda. Em processo penal, o segredo não tem por finalidade ficar oculto mas antes pelo contrário trazer à luz aquilo que se desconhece.
Numa concepção técnico-jurídica de instrução criminal, o segredo de justiça baseia-se em motivos de carácter técnico processual: o seu fundamento reside na garantia de investigação de forma a evitar "que o culpado conheça as pistas de instrução e possa frustrá-las", confundindo a acção da justiça.
O segredo é necessário para impedir que desapareçam as provas do crime, para recolher e inventariar os dados e para comprovar a sua existência. Para o processo pode ser prejudicial o conhecimento, por terceiros, de algum ou alguns desses actos, que conduziriam ao resultado final, frustrando-o. A publicidade do acto anterior pode tornar inútil o subsequente, levando ao desaparecimento das provas.
Aponta-se também dentro dos fundamentos técnicos processuais do segredo de justiça, a necessidade de repor a igualdade das forças – Estado/arguido. Este, ao praticar o crime, fê-lo de modo calculado, sub-repticiamente, colocando-se em situação de vantagem. Para repor a igualdade das forças em oposição, numa primeira fase, o Estado (tal como faz o arguido), actuará sob sigilo. Pois diz-se que o segredo é uma razão de eficácia.
A par dos fundamentos técnico processuais, importa considerar a honra do arguido. Este goza do direito fundamental ao bom nome e reputação e de garantia de presunção da inocência. Daí justificar-se o segredo de justiça, impedindo que a reputação alheia sofra mácula pela divulgação de notícias falsas susceptíveis de causar prejuízos irreparáveis ou de difícil reparação, se, afinal, não ficarem provados os factos sob suspeita.
O segredo de justiça usa-se assim, como se vê, para proteger o interesse do Estado na realização de uma justiça isenta e independente pretendendo-se com a sua aplicação: (a) Evitar intromissões sensacionalistas e especulativas que perturbem a investigação; (b) Não prejudicar o interesse do arguido publicitando factos não provados; (c) Evitar que o arguido tente subtrair-se à acção da justiça ou perturbe a investigação.
 
Ou seja, tudo que se pretende evitar com a aplicação do segredo de Justiça está a acontecer e as pessoas visadas são, à partida, sem apelo nem agravo, culpadas até que provem a sua inocência. É a completa subversão da justiça de um Estado de Direito. À luz da lei do segredo de justiça, os jornalistas ficam impedidos de dar notícias de casos que estejam a ser investigados, prevendo a lei, para os casos de violação deste,  várias sanções. Por que raio não se aplica esta lei? Vemos na TV os pseudo-isentos jornalistas, cumprido o seu papel, a abraçarem-se sorridentes, os prevaricadores impunes, a ganhar mais em publicidade do que qualquer campanha de marketing lhes permitiria, e não vemos as sanções a serem aplicadas. Afinal quem faz uivar a Justiça em Portugal?
Buraco tapado por Cosmopolita às 23:27
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Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

O estranho caso da criança desaparecida

Sou adepta de policiais desde os meus 9 anos e penso que cheguei a ter a colecção Vampiro praticamente completa. Deixei de a comprar quando esta editora, em claro detrimento da qualidade das obras e para poupar uns tostões, passou a contratar uns analfabetos para lhe traduzir os livros, o que tornou a leitura destes num penoso e ingrato esforço, em vez de numa actividade lúdica.

 

Segui na altura com muito interesse e aflição o caso da Madeleine McCann e concordo inteiramente com Gonçalo Amaral. Aquilo em que o casal McCann está a apostar é no benefício da dúvida relacionado com o facto de a ciência ainda ser incapaz de dar resultados com 100% de fiabilidade. Se havia imensas coisas que não encaixavam e que eram estranhas na cena do crime, então a descoberta pelos cães de manchas de sangue num carro, que só foi alugado pelos pais 20 e tal dias após o desaparecimento de Madeleine, e de mais manchas de sangue da criança já lavadas na parede da sala, fez que as peças se encaixassem como num puzzle.

 

Estava convencida, como muita gente, que um trágico acidente teria causado a morte de Madeleine, mas a permanente recolha de fundos pelos pais a nível internacional, a violenta campanha orquestrada pelos McCann contra Gonçalo Amaral, o embargo do livro deste "Maddie - A Verdade da Mentira", as indemnizações pedidas,  fez-me deixar de ter qualquer espécie de pena deste casal. Oxalá a verdade venha ao de cima e se faça justiça!

Buraco tapado por Cosmopolita às 12:04
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Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

Solidariedade II

Como resultado do apelo deixado aqui no Azinhaga, recebi um mail do Sérgio Vitorino com a seguinte informação, que podem encontrar também no Panteras Rosa:

 

"À semelhança do que tem ocorrido nos últimos dois anos, a Teresa, a Lena e as suas duas filhas estão mais uma vez na eminência de expulsão de uma casa, e de terem de se mudar para outra habitação e outra zona do país. A "operação" é custosa e para lá das suas possibilidades financeiras, mas poderá vir a ser uma oportunidade de finalmente se estabelecerem e estabilizarem as suas vidas. Com a sua autorização, as Panteras Rosa assumiram a iniciativa de divulgar os seus dados bancários, junto com um apelo à solidariedade para com esta família, que necessita realmente de um apoio. Monetário ou não, todo o apoio é bem-vindo.

 

Helena Maria Mestre Paixão

conta BPI: 1-3806134.000.001

NIB: 0010.0000.3806.1340.0016.8

 

Deixo o link para a reportagem da RTP que aborda pela primeira vez o que aconteceu a Helena Pires e Teresa Paixão desde que iniciaram o seu processo de grande visibilidade mediática pelo direito a casar. Bem longe do 'glamour' das revistas gays ou do estereótipo urbano e financeiramente confortável de gays e das lésbicas, uma amostra do Portugal real, a realidade crua da pobreza e de como ela se alia à lesbofobia para impedir às pessoas os seus mais básicos direitos: acesso à habitação, acesso ao trabalho, o direito a viver em paz, sem discriminação pela orientação sexual ou... de classe.

 

http://ww1.rtp.pt/blogs/programas/linhadafrente/?1-parte-do-Linha-da-Frente-de-2010-02-03.rtp&post=6176 "

 

Vamos então dizer tod@s não à homofobia, apoiando com a nossa  solidariedade a Helena e a Teresa, figuras emblemáticas da nossa luta pela igualdade de direitos.

Buraco tapado por Cosmopolita às 21:06
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Domingo, 7 de Fevereiro de 2010

História em IV Actos

 I Acto - A "não-notícia"

Toda a gente que tenha um mínimo de conhecimentos jurídicos sabe que cabe a quem acusa produzir prova do que diz. No caso da "não-notícia" de que tem falado o país, o JN fez muito bem em considerar que a crónica do Crespo não era um artigo de opinião sério até pela ausência de contraditório, mas um diz-que-disse, uma coscuvilhice, uma calhandrice, uma eventual difamação com direito a processo em tribunal e a eventual choruda indemnização. Há em todos os jornais sérios do mundo um departamento jurídico que verifica se as notícias o são de facto ou se podem ser consideradas acções de difamação, pelo que o Director do JN estava apenas a cumprir uma função que lhe compete tendo sido apoiado pela Redacção.

 

II Acto - A segunda vítima da censura

Repare-se que quem retirou a notícia foi o Crespo e não o JN que a censurou, coisa que toda a gente, a quem convém desvirtuar o que realmente aconteceu, parece ter esquecido. O Crespo auto-vitimou-se propositadamente. Para fazer de uma "não-notícia" uma notícia. Para ser, tal como a outra senhora (que, impunemente e porque era a "patroa" , perseguiu, censurou e insultou quem quis e lhe apeteceu), o motivo de conversa do país, mas, e sobretudo, para fazer parte de uma acção global concertada com duas vertentes essenciais: por parte da extrema direita contra o PS para assumir o controlo político da Nação e  por parte de certos grupos financeiros para assunção do controlo económico e dos media em Portugal (em que estes dois "jornalistas" têm assento obrigatório, claro!). Como toda a gente sabe "a melhor defesa é o ataque". E Crespo, bom amigo do "nosso" Carlucci, não é ingénuo nem novato nestes assuntos.

 

III Acto - A conspiração

Tal como já se esperava, aparece a seguir à vitimização do Crespo a conspiração, contra cujos intervenientes, lutavam, implicitamente, as nobres figuras (dama e valete), entretanto derrubadas pelo regime! A partir daí quem quer que tente permanecer neutro em relação aos acontecimentos é cilindrado pela tal informação "livre". Lembra-me o que Staline fez com os companheiros de luta de Lenine: persegui-os e matou-os a quase todos! O truque é isolar/aniquilar quem não está do lado desta clássica manobra de (re)tomada de poder. E ir fazendo surgir, como figuras rectas, sensatas e imprescindíveis à democracia, outros intervenientes da política, salvadores da Pátria e candidatos a eleições num futuro próximo. Pergunto-mer com curiosidade e inquietação, quem está por trás de Crespo, Manuela Mouta Guedes e Moniz? A quem interessa afinal tanto a TVI?

 

 IV Acto - O derrube

Quem me conhece sabe que não sou socialista, não milito em nenhum partido, não me revejo de todo na política de Sócrates e não o considero um democrata. Acredito que ele, e outras pessoas da sua esfera, em privado, possam insultar quem quer que lhes apeteça, dizer o que quer que pensem, fazer o quer que queiram que não seja ilegal. Como o faz o Presidente da República. Ou Manuela Ferreira Leite. Ou eu. Sem serem "bufados" por isso. Faz parte das regras de uma sociedade democrática. Tais factos não me retiram a lucidez e não me impedem de ver o que aqui se está a tramar. E desses "democratas" ocultos tenho medo, muito, muito medo!!! Esses é que são verdadeiramente perigosos. Como a história já nos demonstrou, depois de uma conspiração vem, quase sempre, um IV Acto. Observemos com atenção o que a seguir se vai passar e as posições que serão assumidas pelas diversas figuras de xadrez neste tabuleiro da política portuguesa. 

Buraco tapado por Cosmopolita às 10:22
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Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Solidariedade

 

Vi ontem, com os olhos cheios de lágrimas, um comentário sobre a Teresa e a Helena. Só as conheço dos programas de televisão, dos blogues e dos jornais. Conheço-as como duas mulheres que, desafiando toda uma sociedade hipócrita, intolerante, conservadora e repressiva, tiveram a coragem de dar a cara e de tomar a iniciativa de se dirigir a uma Conservatória para se casarem. Um símbolo que serviu de rosto a uma causa justa. E que, como todos os símbolos está a pagar o preço disso.

 

Dizia a peça, a dada altura, que a Helena e a Teresa estão a ser muito mais discriminadas socialmente e a nível do mercado de trabalho pelo facto de serem mulheres e homossexuais. Acrescentou o Sérgio que a discriminação era agravada pelo estrato socio-económico a que pertencem. Dolorosas e injustas verdades. Lembrei-me logo do poema "A invenção do Amor" de Daniel Filipe .

 

Vendo-as às duas, sozinhas e com as filhas, vendo as lágrimas que a Teresa já não consegue conter e a força que a Helena faz para não chorar também, senti uma enorme vontade de as abraçar e de lhes dizer que gosto muito delas, que lhes tenho um profundo respeito, que muito apreciaria se me quisessem como amiga e que não caiu em saco roto a coragem que tiveram para defender o amor que as une, o direito a constituirem uma família e a criarem as filhas numa sociedade mais aberta e tolerante, sem serem marginalizadas e sem ser posta em causa a sua dignidade.

 

Chocou-me a entrevista com a Ilga. Não as ajudou, porque elas não pediram. Pedir? Pedir??? A Ilga não percebe que a verdadeira ajuda é proactiva e desinteressada? Que elas não são mendigas? Que eles já deveriam ter contactado as outras Associações para que junto dos seus membros e dos seus lobbies conseguissem ajudar esta família, arranjando-lhes um emprego, garantindo-lhes alojamento e sustento enquanto não o conseguissem obter por si próprias? Afinal elas, com o seu gesto, fizeram muito mais pela causa do que as Associações todas com mil palavras!

 

Vamos tentar ajudar a Teresa e a Helena. Vamos criar um fundo de apoio e falar com amigos e conhecidos para ajudar esta família a ter uma casa, um trabalho e uma escola permanente para as duas filhas. Vamos contactar o Sérgio Vitorino das Panteras Rosa para ver se ele tem disponibilidade para organizar este movimento de solidariedade. Vamos a isso?

Buraco tapado por Cosmopolita às 14:10
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Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

Não-assuntos

Continuo a achar surpreendente o facto de Portugal gostar tanto do "diz que disse" das conversas de porteira.

 

Não há dúvida de que é porque me esqueço que não deixámos de ser um país provinciano, de hipócritas, de padres e de parolos!

Buraco tapado por Cosmopolita às 10:39
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