Quarta-feira, 30 de Julho de 2008

Heróis do mar, porco povo

 

 

 

 

Buraco tapado por Citadina às 23:04
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Quinta-feira, 6 de Março de 2008

Há esperança ao fundo do túnel

Mas parece que o túnel só estará pronto daqui a dez anos. Entretanto, e enquanto esperamos, podemos sempre ir aferindo a urgência na conclusão do projecto através deste vídeo e de outros igualmente ilustrativos.

Câmara de Lisboa quer construir quatro reservatórios e um túnel no valor de 200 milhões de euros.

A construção de quatro grandes reservatórios e um túnel entre a Almirante Reis e Santa Apolónia tem um custo estimado entre 160 e 200 milhões de euros, de acordo com o vereador Marcos Perestrello. A obra tem por objectivo a prevenção das cheias.

"Temos a percepção que será necessário um investimento na ordem dos 200 milhões de euros, que deve ser realizado no período de 10 anos", disse o autarca.

Buraco tapado por Citadina às 12:05
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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Cheias na Alta de Lisboa

Vale a pena ver este vídeo produzido e realizado pelo Viver na Alta de Lisboa, sobre as cheias da passada Segunda-feira.

Recordo que a Alta de Lisboa era aquele projecto ímpar de urbanismo de qualidade que constituiria uma mais-valia para a cidade, bla, bla, bla...

Temo que os terrenos do futuro-ex-aeroporto da Portela sejam o próximo alvo para estes "maravilhosos" projectos de vanguarda em Lisboa.

Buraco tapado por Citadina às 11:16
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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008

Só mais uma segunda-feira

Para evitar perder os sentidos vou-me tentando concentrar em qualquer coisa como escrever aleatoriamente o que me vier à cabeça. Estou quase a asfixiar, mas insistem na infalibilidade deste método obscurantista que consiste em deixar de respirar para parar os soluços.
Sinto o meu colega a olhar para mim de lado - não é por mal, é a perspectiva que lhe é dada - tentando perceber se a coloração roxa no meu rosto e os olhos esbugalhados a fixarem com demência o monitor estarão de algum modo relacionados com os barulhinhos agudos que vou soltando sem razão aparente.
Conclui que sim, descansando a sua racionalidade por um lado mas não deixando de se sentir inquieto por outro, dada a imprevisibilidade dos comportamentos humanos à beira da morte.

São quase cinco da tarde e finalmente anunciam que o prédio tem todas as inundações controladas. Os meus pés ainda estão gelados, mas as meias parecem finalmente estar secas. Já raramente se ouvem sirenes dos bombeiros na rua.
Um dia excepcionalmente agradável, este.

Buraco tapado por Citadina às 16:39
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Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

Voltaram os céus de Londres

Jamie Cullum - London Skies
in: Catching Tales, Setembro 2005.



Paint a picture,
Clear cut and pale on a cold winter's day,
Shapes and cool light wander the streets like an army of strays,
On a cold winters day.

Will you let me romanticize,
The beauty in our London Skies,
You know the sunlight always shines,
Behind the clouds of London Skies.

Patient moments chill to the bone under infinite greys,
Vision hindered mist settling low like a ghostly ballet,
On a cold winter's day.

Will you let me romanticize,
The beauty in our London Skies,
You know the sunlight always shines,
Behind the clouds of London Skies.

Nothing is certain except everything you know can change,
you worship the sun but now,
can you fall for the rain...

Will you let me romanticize,
The beauty in our London Skies,
You know the sunlight always shines,
Behind the clouds of London Skies.

Tags: ,
Buraco tapado por Citadina às 12:53
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Segunda-feira, 30 de Julho de 2007

Últimos efeitos (de calor e álcool)

Havia pó, uma muito densa nuvem de pó e, dentro do pó, a casa. Num início de tarde de extremo calor o vento desfaleceu e pôde-se finalmente ver as pereiras que ladeavam a escadaria exterior do solar, assim como os três cães presos a elas por correntes, mortos de fome e sede. Foi nesse preciso momento que chegámos. De repente, estávamos lá, como aparições sobrenaturais, estáticas, de pernas e braços entreabertos, ombros retesados, lado a lado. Os cães já não ladravam há uns dias, mas assim que nos viram levantaram-se num salto e assassinaram-nos com o olhar. Começaram a ladrar furiosamente, espumando aos cantos da boca, escorrendo raiva pelos caninos, e apesar de ser incerto se nos consideravam comida ou cruéis, tive medo pelas duas razões.
Em todas as casas de que não me esqueci há uma figueira. E eu que nem gosto de figos. Nesta também. Entrei por debaixo dela, que envolvera o portão há muito, ou o espaço onde havia o portão de ferro forjado, agora caído sobre as raízes que desconjuntaram o muro onde se fixavam as charneiras. Nunca tirei os olhos dos cães, que davam esticões tresloucados às correntes, e eu não sabia quanto mais elas iam aguentar. Mas avancei. Avançámos, tu um passo atrás de mim. Se se soltassem ficaríamos retalhadas em segundos. Não havia para onde fugir. Não tínhamos a chave da casa e sabíamos que não havia ninguém para nos abrir a porta. Não conseguiríamos subir à figueira a tempo, quanto mais alcançar o carro, parado lá em baixo, no princípio do acesso.
Foi então que levei o primeiro tiro. Atingiu-me no antebraço esquerdo. Voltei-me com a força do impacto e dei de caras com os teus olhos emancipados das órbitas pelo choque e pela surpresa. Tentaste amparar-me, proteger-me. Acompanhaste-me na descida até ao chão. Deitei-me e tu apoiaste-me a cabeça no regaço. Os cães calaram-se. O velho apareceu, com a espingarda apontada a nós. Ninguém dizia nada. Não me doía, mas queimava. Silêncio. Silêeencio...
Não. Um telefone tocava. Tocava. Tocava. O velho também ouvia. Voltou lentamente a cabeça na direcção do som, mas não a arma. Olhou-me de novo. E BANG! Estremeci violentamente, tentando ao mesmo tempo perceber onde este me tinha atingido. Dobrei-me como uma mola e fiquei sentada.
Depois de recuperar o fôlego, sequei a testa com as costas da mão esquerda e desliguei o despertador com a direita.
Buraco tapado por Citadina às 18:33
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Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2007

Hoje não pude ir trabalhar...

Chove em Luanda. Muito.
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Buraco tapado por Cosmopolita às 13:58
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