Terça-feira, 24 de Julho de 2007

Vontade de insultar escroques

E hoje és tu, meu grandessíssimo burgesso, que mereces, e a tua família toda merece por ainda não te ter renegado, e os teus colaboradores mais (ou menos) directos merecem por permanecerem ao teu lado, alienados pelo despotismo e corrompidos pela impunidade, mas quem mais merece é o PSD, que é o teu pai político, que legitima a tua indecência, que exalta a tua vulgaridade e fecha os olhos ao teus desplantes boçais e delinquências várias. O Presidente da República também tem culpa, claro, ou não tivesse jurado, se bem me lembro, cumprir e fazer cumprir a Constituição em todo o território português, que em algum artigo diz, estou certa, que a lei é igual, em direitos e deveres, para todos.

Tu, no fundo, não passas de um marginal. Um marginal que infelizmente a polícia não trata como outros marginais iguais a ti. E eu cuspia-te na cara se não desconfiasse que gostarias.

O que te fizeram as mulheres madeirenses para as estares a ultrajar desta forma, diz lá, ó erro da natureza?

És um verme prepotente, um cacique da pior espécie, e eu vou-me regozijar quando desapareceres da face do planeta. Era só para dar conhecimento.
Buraco tapado por Citadina às 11:38
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Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2007

SIM

Portugal é hoje um país melhor e é hoje que quero lembrar quem (também) contribuiu para tal, numa época de verdadeiro obscurantismo, agitando corajosamente as águas.

Mais uma vez muito obrigada, pelo meu país, pelas mulheres portuguesas, pela liberdade de escolha.

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Buraco tapado por Citadina às 11:28
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A democracia tem destas coisas

Eu sei que há muita gente que não gosta de ouvir isto, mas o PCP (mais uma vez) é que tinha razão. Uma matéria legislativa resolve-se na Assembleia da República. É para isso que ela serve: é o órgão legislativo. Os eleitores portugueses devolvem agora ao Parlamento uma tarefa que sempre foi dele: legislar.

Com isto não quero dizer que o resultado do Referendo de hoje (aliás, de ontem, que já passa da meia-noite) não é importante. Pelo contrário, é vital (literalmente!).

O que eu quero dizer é que se podiam ter poupado mais de oito anos de aborto clandestino, porque em 1998 foi aprovado na Assembleia da República um projecto de lei para despenalizar a IVG. Acontece que nessa altura o Sr. Eng. Guterres e o Sr. Prof. Marcelo Rebelo de Sousa acharam que não tinham de aceitar uma decisão válida e legítima de um órgão soberano para a tomar, e "cozinharam" o primeiro referendo.

Com isto, foram cúmplices na morte de um número indeterminado de mulheres ao longo dos últimos 9 anos, vítimas do aborto clandestino. Onde está a "questão de consciência" agora?

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Buraco tapado por Citadina às 00:43
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Domingo, 11 de Fevereiro de 2007

Assim o Governo o queira

"O Sistema Nacional de Saúde está no limite das suas capacidades de intervenção. Poderá aumentar essas capacidades assim o Governo o queira."

Pedro Nunes, bastonário da Ordem dos Médicos, na RTP1 , às 21:10h.

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Buraco tapado por Citadina às 22:12
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21:05h

José Sócrates também já falou.

Defende o período de reflexão sem dizer que este não deve pôr em causa o prazo legal.

Não se refere de forma nenhuma ao que poderá ser o "estabelecimento de saúde legalmente autorizado", não se refere ao Sistema Nacional de Saúde.

Isto significa que a luta não acaba aqui.

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Buraco tapado por Citadina às 21:23
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20:50h

O representante máximo do maior partido na oposição acabou de afirmar que mesmo não tendo sida obtida pelo SIM uma vitória juridicamente vinculativa, a lei deve mudar.

E isto é o mais importante. É por isto que os movimentos pelo SIM se bateram e é isto que nos distinguirá da Idade das Trevas. No entanto, antecipo (grandes?) dificuldades na regulamentação da nova lei na Assembleia da República. Gostaria muito de estar enganada em relação a isto, mas... O tempo o dirá.

É que há ainda por aí os fundamentalistas como o Dr. Gentil Martins, que tudo farão para não cumprir a lei, não olhando a meios para atingir os fins, utilizando argumentos como a não prioritização dos casos de IVG (por definição condicionados pelo tempo) remetendo-os para o fim das listas de espera - ouvi-o mesmo agora dizer isto na TV - ou utilizando posições de poder para impor a objecção de consciência. Num mundo perfeito isto não seria possível, mas nós não vivemos num mundo perfeito.

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Buraco tapado por Citadina às 21:16
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20:40h

Faltam menos de 500 freguesias para apurar e o SIM sobe sem parar, mais contra o NÃO que contra a abstenção. No entanto, dado o elevado nível desta, continuo a não conseguir evitar sentir que esta vitória sabe a pouco...

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Buraco tapado por Citadina às 20:45
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20:01h

Alegria contida. Não consigo partilhar a comemoração esfusiante dos movimentos dos SIM, pelo menos no imediato. Não me sai. A projecção sobre a abstenção ao nível dos sessenta e muitos por cento e a consequente não vinculação do resultado não me deixa nada confortável. Tal nível de abstenção, a confirmar-se, é péssimo, desculpem.

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Buraco tapado por Citadina às 20:15
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Sexta-feira, 9 de Fevereiro de 2007

Não sou só eu que sei porque não fico em casa

No Domingo não vou ficar em casa. No Domingo vou votar SIM no referendo da despenalização da IVG. E não sou só eu: no Domingo, ele, elas, ele, ela, eles, ela, ele, elas, ele e muitos mais (enfim, a lista é enorme, felizmente!) vão votar SIM para que a mulher deixe de ser destratada, desconsiderada, desrespeitada, violada e descriminada pela lei expresa no Código Penal Português, artigo 140, que diz: "A mulher grávida que der consentimento ao aborto praticado por terceiros, ou que, por facto próprio ou alheio, se fizer abortar, é punida com pena de prisão até 3 anos."

Pela mulher portuguesa, para mudar esta lei indecente, no Domingo não fiques em casa.

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Buraco tapado por Citadina às 10:49
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Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2007

Os do "nim"

Em desespero de causa, os do não, temendo a eminente derrota no referendo do próximo Domingo, vendo goradas as manobras de diversão destinadas a desviar a atenção dos eleitores daquilo que de facto está em discussão, adoptaram uma nova postura: são pelo "nim".

Não querem descriminalizar a interrupção voluntária da gravidez, mas por outro lado afirmam que não fazem questão que a lei seja aplicada. Eu nem comento esta posição disparatada. Restrinjo-me apenas ao essencial:

Se o sim ganhar, a lei actual, que criminaliza a mulher que aborta por opção com uma pena que pode ir até três anos de prisão, TEM de mudar.

Uma vitória do não PROÍBE, IMPEDE, a alteração da lei actual. Quer isto dizer que as mulheres que abortarem são para todos os efeitos criminosas; o aborto continua assim a ser clandestino; continua a ser feito (disso não tenham a mínima dúvida!!) sem condições mínimas de segurança, e por isso, a ser uma causa de morte e mutilação de muitas mulheres que não têm escolha nem apoio.

Não importa que os do "nim" digam o contrário, ou seja, que se o não ganhar se pode mudar a lei na mesma. NÃO É verdade. Não pode. Se o não ganhar, isso significa o mesmo que significou no passado referendo: nada muda. Até porque seria impossível, em democracia agir contráriamente à expressão de uma maioria. Se isso pudesse acontecer nunca mais um referendo teria legitimidade e seria levado a sério neste país.

O sim é, não pelo "aborto livre", como os do não e do "nim" fazem veicular, mas SIM pela "despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado".

Ou seja, sou eu que não sei ler, ou o "livre" não é livre, dadas as condições e limitações bem explícitas no texto da pergunta?! Ou esta tentativa de manipulação é tão patética que se dirige apenas aos iletrados?

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Buraco tapado por Citadina às 02:06
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Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2007

Descubra as diferenças

E para não dizerem que eu sou facciosa e que não dou direito de antena ao Não, ficam aqui dois vídeos que dizem exactamente o mesmo (embora um seja um bocadinho mais esclarecedor que o outro - o 2º, para quem tiver dúvidas).

 

 

 




ADENDA: O vídeo de cima era da responsabilidade do Prof. Marcelo Rebelo de Sousa e propagandeava o Não no Referendo da IVG. Foi, além disso, a principal fonte de inspiração do vídeo de baixo. Ficou indisponível na Internet logo após a divulgação dos resultados do escrutínio, provavelmente porque ninguém gosta de fazer figura de parvo para a Eternidade.

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Buraco tapado por Citadina às 11:59
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Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2007

Assim sim!

Haja alguém que desmascare as mentiras extremistas radicais contra as mulheres deste país que o Professor Marcelo Rebelo de Sousa anda pela internet e televisão pública a espalhar à boca cheia, numa atitude pseudo-esclarecida e desonesta (nomeadamente nos "dados" que apresentou no passado Domingo na RTP1 como inquestionáveis, e que são comprovadamente falsos).

 

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Buraco tapado por Citadina às 12:05
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Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2007

Que irritação!!! (ou O Lado Negro da Força)

 
  
Fico irritadíssima quando vejo a forma como são veiculadas as notícias (entrevistas, debates, etc.) em Portugal!
 
Que raio, o que está em discussão no referendo de dia 11 de Fevereiro é, em linguagem corrente, o seguinte: “Concorda ou não que as mulheres que fazem um aborto por opção, sem ser nas condições previstas pela lei vigente, não devem incorrer numa pena de prisão até 3 anos, nem devem ser punidas por lei de forma nenhuma?” Se concorda, vote SIM; se não concorda, é porque é pró-prisão! É fácil e claro!
 
Mas não, a padralhada lá está toda, como abutres ou predadores atraídos pelo cheiro a sangue, a clamar pelo direito à vida dos fetos, contra as assassinas das mães! É caso para dizer “Brada aos Céus”!!!
 
Eles que representam uma igreja que é contra o uso de QUALQUER contraceptivo, seja ele qual for, vêm impor às mulheres que param quer queiram quer não, sob pena de arderem nos fogos do inferno quando morrerem, enquanto acautelam, por via das dúvidas de nada existir para além da morte, que estas sejam julgadas e punidas em vida com a prisão e a infâmia! Ai se eles pudessem voltar aos tempos da Inquisição!!!
 
Eles que apregoam que o poder político não deve tomar partido, o que fazem eles senão isso? E se o Vaticano é um Estado, uma tomada de posição desta corja o que é senão uma tomada política de posição?
 
Como diria o meu avô materno “Quem fala assim das mulheres, não é filho de nenhuma, é filho de burra”!!! Irra!!!!
Buraco tapado por Cosmopolita às 12:37
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Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2007

A nova moda

Já muito foi explicado sobre porque é que se deve votar SIM no referendo de 11 de Fevereiro.

Se alguém ainda tem dúvidas, encontrarão com toda a certeza, na lista de links aqui ao lado, muito material relevante.

Ontem chegou finalmente a minha vez (é que eu não costumo precisar de explicar isto às pessoas que normalmente me rodeiam). Facto é que acabei por sair com uma pessoa que (então me revelou que) vai votar NÃO.

E o argumento que me apresentou foi o seguinte: com a despenalização, o aborto vai ser mais um método contraceptivo e - de acordo com a sua opinião - o preferido, tipo "nova moda", prevendo-se assim que aumentem em flecha o número de abortos num futuro próximo, em caso de vitória do SIM.

Mas como é que pode passar pela cabeça de alguém que alguma mulher dotada de sanidade mental possa engravidar conscientemente para utilizar depois o aborto como método contraceptivo, é que me choca!! Como é que alguém pode estar convencido que abortar não é uma experiência horrível e traumatizante, acreditando até que é capaz de "virar moda"?!

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Buraco tapado por Citadina às 17:21
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Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2007

Série "Hipocrisia e preconceito" - Do aborto

Em Portugal não se pode ter um comportamento diferente, verbalizar ou assumir seja o que for sem que, de imediato, isso obrigue os outros a emitir juízos de valor baseados em preconceitos provincianos e pequeno-burgueses, numa falsa e hipócrita moral cristã.
 
E quando toca ao aborto, aí é que o caldo se entorna! Aí é que as organizações religiosas tocam a rebate e fazem verdadeiras campanhas de marketing para juntar os seus rebanhos contra as "criminosas" que querem poder decidir do seu corpo, do seu desejo ou possibilidade de serem mães. Aí é que a falsa moral social intervém no apedrejamento público, segundo as leis da charia, das mulheres que ousam tomar uma tal decisão. E mostra a experiência que, muitas vezes, as vozes mais alteradas vêm de pessoas que praticaram, consentiram, intervieram ou foram de uma maneira qualquer cúmplices de decisões idênticas.
 
Não tenho conhecimento de nenhum caso de exacerbado masoquismo feminino em que a mulher, apenas por mero prazer ou instintos assassinos, decidisse fazer um aborto. Pelo contrário. As mulheres que conheço e que o fizeram tiveram sempre um grande trauma e sofrimento, senão físico, pelo menos psíquico. E também não é por acaso que as unidades clínicas ou hospitalares em que há casos de patologias da gravidez ou onde se praticam abortos se encontram separadas das maternidades. Para que as mulheres que perdem os filhos por opção ou não, não sofram ainda mais com isso.
 
Como referiu Odete Santos na Assembleia da República e se reproduz aqui, "O que sempre se quis disfarçar e mesmo esconder por debaixo da violência do aborto clandestino, foi o preconceito contra a mulher. Por isso é que o argumento da protecção da vida humana intra-uterina é um argumento de violenta hipocrisia. Porque se sabe, de um saber de séculos, que não se protege o embrião nem o feto com a criminalização da mulher. Não restando na argumentação procriminalização a não ser esse tal preconceito anti-feminino .
 
Se a Mulher tem o domínio da vida, abrindo as portas ao Conhecimento (e não é por acaso que na Idade Média já o fruto Maçã tinha esse símbolo, significando Conhecimento) então houve que reduzi-la a um útero. Tota muliere in utero , segundo S. Tomás de Aquino, ou, segundo Bonaparte, "A mulher não é senão um ventre". Como muito bem o refere Simone de Beauvoir no "Segundo Sexo."
 
E foi por isso que se encarceraram mulheres como Margaret Sanguer e Mary Stoppes , apenas por divulgarem o planeamento familiar e o controle dos nascimentos.
 
É por isso que se cerceia às mulheres o direito de opção. É por isso que o Estado se arroga o direito a invadir a sua privacidade expondo a sua intimidade na barra do Tribunal e na praça pública. É por isso, porque persiste o preconceito de que a mulher não é capaz de tomar decisões responsáveis, que se age como se o Estado fosse dono da sua fecundidade. É mesmo por isso que se devassa a privacidade das mulheres em processos referendários, para perguntar aos outros, se as mulheres têm capacidade para tomar decisões, se as mulheres têm direito à saúde reprodutiva. Para perguntar aos outros se o Estado, em nome de metafísicas concepções de uma parte apenas da sociedade, deve invadir a privacidade dos quartos de dormir, e ordenar às mulheres que tenham filhos não desejados nem planeados, contra o seu direito à maternidade consciente."
 
Fiquei boquiaberta com uma notícia (que seria caricata, se não fosse ignóbil), em que um homem que dava a cara por mais um movimento a favor do “Não” invocava o crescimento demográfico, o problema do futuro da segurança social e até o défice orçamental, para justificar a opção deste movimento! É de pasmar!!!! “Santa” hipocrisia...
Buraco tapado por Cosmopolita às 12:10
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Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2007

"O acto sexual é para ter filhos"

...disse na Assembleia da República, no dia 3 de Abril de 1982, o então deputado do CDS João Morgado num debate sobre a despenalização do aborto.
 
A resposta de Natália Correia, em poema, publicado depois pelo Diário de Lisboa em 5 de Abril desse ano, fez rir todas as bancadas parlamentares, sem excepção, tendo os trabalhos sido interrompidos por isso.
 
Revivamos então esse poema:
 
“Já que o coito - diz Morgado -
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.
Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou - parca ração! -
uma vez. E se a função
faz o órgão - diz o ditado -
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado.”
 
Natália Correia - 3 de Abril de 1982
 
(episódio relembrado via e-mail por um amigo – obrigada Luís).
Buraco tapado por Cosmopolita às 10:38
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Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2006

Este blog é pelo SIM no referendo

E assim que eu aprenda a trabalhar com isto como deve ser, vai ter um daqueles "autocolantes" amarelos e tudo!!

Por enquanto, é por os olhinhos nestas palavras.

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Buraco tapado por Citadina às 17:01
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