Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010

Emoção

Buraco tapado por Citadina às 13:00
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Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Massacre de Tiananmen: foi há vinte anos

 

 

O inadmissível aconteceu.

 

(via Arrastão).

Buraco tapado por Citadina às 12:29
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Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Notas de viagem (VIII) - Pôr-do-sol africano

 

 

 

Buraco tapado por Citadina às 12:31
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Notas de Viagem (VII) - Outros grandes do Kruger

Rinocerontes brancos

 

Búfalos

 

Kudus

 

Gnus

 

Piton africana

 

Leão africano

 

Hipopótamos

 

Elefante africano

Buraco tapado por Citadina às 09:58
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Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Notas de viagem (VI) - Impalas

A impala é o antílope mais comum no Kruger Park. Os grupos familiares têm normalmente vinte a trinta animais. A época de acasalamento é no Outono austral, ou seja, em Maio. Os jovens machos abandonam os seus grupos para definirem territórios próprios onde acasalarão com várias fêmeas. As crias nascem todas na mesma altura, dado que a época de acasalamento é só uma, o que providencia melhor defesa contra predadores. Os grupos alimentam-se por turnos, havendo sempre impalas de cabeça levantada perscrutando todas as direcções, alerta para possíveis perigos, enquanto outras estão de cabeça baixa alimentando-se de ervas junto ao chão.

 

 


 

 

Buraco tapado por Citadina às 11:31
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Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Notas de viagem (V) - Zebras

Dizem que as suas listras são como as nossas impressões digitais: únicas.

Têm sempre um aspecto bem alimentado porque acumulam uma grande quantidade de gases que lhes avolumam o estômago.

 

 

 

 

 

 

Buraco tapado por Citadina às 10:08
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Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

Notas de viagem (IV) - Chitas

 

 

 

Buraco tapado por Citadina às 11:20
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Notas de viagem (III) - Kruger Park

Três dias no Kruger Park, África do Sul, onde à beira da estrada (chamemos-lhe assim) se vêem girafas mordiscando as copas das árvores, chitas passeando com lassidão, rinocerontes brancos encaracolando a cauda em sinal de desagrado pela nossa presença, leões observando-nos com interesse, babuínos catando-se, pitons africanas em busca da próxima refeição, águias imponentes sobrevoando a savana.

Por oposição a placards publicitários, sinalização de trânsito, lixo, postes de alta tensão, torres de telecomunicações, sirenes, excesso de gases carbónicos.

Um variação inesquecível.

Buraco tapado por Citadina às 11:17
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Terça-feira, 21 de Abril de 2009

Moçambique - o país dos procrastinadores

Olá malta!

Há muito que não dou novidades, mas antes tarde que nunca. Tenho andado muitíssimo ocupada, até porque aqui há condicionantes que requerem bastante tempo extra... Para ilustrar o assunto, um trecho de um post publicado no sempre excelente De Rerum Natura:

 

"O bom procrastinador adia por adiar. Para logo, porque não lhe apetece fazer agora. E como passou a oportunidade hoje, talvez amanhã. Porém, como amanhã também não apetece, irá adiar com promessas, para depois de amanhã, ou para mais tarde. Da semana que vem não passa, e jura. Mas passa. O problema é que o vazio de não fazer, vai ficando cheio com um fardo pesado, um mal-estar, enfim, um remorso - sentimento algo em desuso, mas como palavra ainda consta no dicionário. O problema manifesta-se em todos os sectores, é mais intenso em algumas culturas e ataca mais em certos climas. Mas afecta a vida de todos e tem enormes implicações sociais e económicas."

Buraco tapado por Cosmopolita às 17:10
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Segunda-feira, 13 de Abril de 2009

Mankind Is No Island

"Mankind Is No Island" é o título do filme que ganhou o Tropfest NY 2008. Tem a  duração de três minutos e meio.

O Tropfest é o maior festival de curtas-metragens do mundo. Começou há dezassete anos em Sidney e teve a sua 1ª edição nova-iorquina no ano passado. O trabalho vencedor de 2008 foi totalmente filmado com um telemóvel em Sidney e Nova Iorque por Jason van Genderen.
O seu orçamento foi de quarenta dólares americanos.

E mais não digo porque as imagens valem mais que todas as minhas palavras.

 

(Recebido por e-mail)

Buraco tapado por Citadina às 16:35
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Sexta-feira, 20 de Março de 2009

Petição "End "Corrective" Rape of Lesbians in South Africa!"

Pois então parece que há uns atrasados mentais na África do Sul que acham que a homossexualidade é uma doença que se cura através de um acto tão ignóbil e violento, tanto física quanto psicologicamente, como é uma violação.

Por isso, gente de bem que lê este blog (tenho a certeza que são tod@s) por favor assinem esta petição, ajudando assim a pressionar as autoridades locais no sentido de desencadearem diligências para acabar com estas práticas monstruosas.

Eu agradeço e as lésbicas sul-africanas ainda mais!

Buraco tapado por Citadina às 11:49
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

As várias facetas da ignorância

Polícia moçambicana tenta travar linchamento de "culpados" pela ausência de chuva.

Uns diabolizam alegados "retentores da chuva", outros os casamentos entre homossexuais e a ameaça que estes representam para a "família".

Buraco tapado por Citadina às 11:45
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Terça-feira, 4 de Novembro de 2008

"O" dia

É histórico que um negro seja Presidente dos EUA e, a acontecer, é sinal inequívoco de uma notável evolução civilizacional num povo que há quatro anos elegeu de novo um mentecapto para o cargo. Mas a vida em Portugal vai melhorar por causa disso?

Toda a gente sabe que não, pelo menos por causa disso.

Cá, como lá, escândalos financeiros acontecem sem que se puna exemplarmente os criminosos. Pelo contrário, até se considera a possibilidade de se lhes atribuírem indemnizações, nada de cadeia, não, antes i-n-d-e-m-n-i-z-a-ç-õ-e-s (eu podia por aqui links para agências noticiosas para dar corpo e sustentação a estas afirmações,  mencionar claramente o BPN e o Banco de Portugal, mas para quê? Toda a gente sabe que é verdade, não sabe?).

E o nosso futuro, como lá o presente, é este:

Não vai demorar muito até que a recessão faça com que milhares de casas passem a valer menos do que as dívidas que os seus donos contraíram aos bancos para as comprar.

O super-herói contribuinte (SC, comecem a imprimir t-shirts e fatos de Carnaval) continuará a salvar os oprimidos e pobres banqueiros que precisam de ser resgatados pelo Estado da  sua vida dura e feita de privações.

Continuaremos a ser um povo racista e homofóbico (pelo menos a Manuela Ferreira Leite não dá mostras de querer mudar).

E continuaremos a seguir exemplos de doutrinas económicas que de tão "invisíveis", comem tudo e não deixam nada, como diz a canção.

Ou seja, este é um dia engraçado mas, vendo bem, sem graça nenhuma.

 

Buraco tapado por Citadina às 10:48
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Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008

Humor (de) negro #2

(via e-mail)

Buraco tapado por Citadina às 12:00
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Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

O Pós-Liberalismo

(via e-mail)

Buraco tapado por Citadina às 13:11
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Quinta-feira, 10 de Julho de 2008

As boas da Tijuca

Há uns anos dei alguns passeios pelo Parque Natural da Tijuca, no Rio de Janeiro. Dizem que a Tijuca é a maior floresta urbana do mundo e eu não me admirava nada se fosse mesmo, a avaliar pelo tamanho da mancha verde que se vê na imagem de satélite.

(Clique na imagem para aumentar)

Esses passeios são visitas guiadas que os turistas contratam, e há uns programas melhores e outros piores, mas quase todos incluem uma caminhada por um ou mais trilhos da floresta. Eu fiz vários, devido a essas armadilhas em que caem os turistas acidentais. Esta resume-se ao seguinte: qualquer que seja o passeio turístico que se contrate no Rio, ele inclui sempre uma visita à Floresta da Tijuca. Se é para ir à Rocinha, o passeio inclui a floresta. Se é para ir fazer um vôo de asa Delta, o passeio inclui a floresta. Se é para ir ao centro histórico, não sei como mas eles arranjam maneira de incluir a floresta.

As empresas que organizam os roteiros vivem na esperança de que ninguém se importe e, de facto, é mais ou menos isso que acaba por acontecer. Mesmo aos turistas que já visitaram a Tijuca basta dizer "Não quero fazer esse trilho porque já o fiz, quero fazer outro." e como há tantos e tantos locais magníficos a explorar, é fácil para os guias redesenharem os percursos.

E, admitamos, a Floresta da Tijuca é dos lugares mais interessantes que se pode visitar naquela cidade, constituindo assim um enriquecimento certo de qualquer roteiro.

Num dos tais passeios eu era a única que falava português de entre um grupo de turistas e, por isso, o guia escolheu-me como interlocutora privilegiada, até porque o meu inglês era muito melhor que o dele e eu ia-o ajudando nas traduções. No meio das explicações sobre a fauna e a flora, referiu que os responsáveis do Parque tinham introduzido duas boas da Amazónia na floresta para ajudarem a controlar a população de macacos.

Não sei se é verdade ou não, mas faz parte desse espírito carioca fascinar o turista com factos radicais sobre a natureza exuberante que constitui o âmago da Cidade Maravilhosa. Isso serve também para desviar a atenção dos problemas sociais da cidade, mas diga-se, em abono da verdade, que há uma cultura notória de defesa do ambiente, da qual é natural que os cidadãos locais se orgulhem e para a qual gostem de chamar a atenção dos turistas.

Não sei se foi mesmo para zelar pela minha segurança (e pelo emprego dele) que decidiu acalmar os meus ímpetos exploradores e me impediu de avançar pela floresta dentro, tentando amedrontar-me com aquela história digna de Pantanal.

Mas para uma amante da vida selvagem como eu, aquele guia escolheu a história certa. Aquelas boas farão sempre parte do meu imaginário sobre a Tijuca e do meu fascínio por uma cidade que é amada pelo povo, que inventa (?) histórias sedutoras e promessas de aventura com o único resultado de a tornar ainda mais bela.

Buraco tapado por Citadina às 14:25
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Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008

Uma história mal contada

Pode parecer "teoria da conspiração", mas algo me cheira a esturro neste golpe ocorrido na madrugada de 2ª feira em Timor Leste. Mais do que a esturro, cheira-me a petróleo.

Quer o secretário geral da Fretilin, Mari Alcatiri, ex-primeiro ministro do Governo, quer o comandante das Forças Armadas timorenses, brigadeiro general Taur Matan Ruak, exigem uma investigação rápida e apurada ao que aconteceu e ao papel desempenhado pelas forças internacionais, tanto mais que há já uma semana Matan Ruak tinha alertado os responsáveis pela segurança no país de que o presidente e primeiro-ministro poderiam ser alvos de um ataque.

Mais estranho ainda é o facto de que a única pessoa que, em oposição ao Governo e aos tribunais, apostava na via do diálogo com um dos alegados cabecilhas, o fugitivo major Alfredo Reinado, ser o próprio presidente Ramos Horta. Por que razão então Reinado ataca “a única pessoa que o estava a tentar salvar”, pergunta Mari Alcatiri?

É opinião de Mari Alcatiri que Alfredo Reinado tenha servido como instrumento militar de ”intenções políticas internas e externas” a Timor-Leste. Segundo ele, é estranho que quer nos acontecimentos de 2006 que envolveram Reinado tenha havido um pedido da intervenção de forças internacionais, quer agora neste golpe em que, mesmo com as forças internacionais presentes, “o próprio Presidente é atingido, o primeiro-ministro sai ileso também de um ataque misterioso e imediatamente o governo e o presidente interino assinam uma carta já redigida em inglês a pedir mais forças australianas”.

Apesar da presença destas forças, não só o socorro chegou tarde, como não houve uma caça ao homem para procurar os responsáveis do ataque. Como acrescenta Alcatiri "as FDTL quiseram actuar mas, foram travados pelas forças internacionais”. Qual o papel delas então? Com que missão se encontram em Timor Leste?

Nem a cronologia dos ataques nem nenhum dos factos relacionados faz sentido, rondando mesmo o absurdo. Senão vejamos:

06h15
Cerca de dez homens armados liderados pelo major Reinado atacam a residência particular de Ramos-Horta em Meti-hau. O presidente estava fora, a fazer o seu habitual jogging matinal, facto que era sobejamente conhecido em Díli. Porquê então atacar a residência do presidente se o podiam ter matado quando fazia o jogging na marginal? Este facto deveria ser conhecido por parte de Alfredo Reinado, militar experiente treinado em Portugal e na Austrália e ex-comandante da Polícia Militar!

06h20
O major Alfredo Reinado é morto logo no início do primeiro tiroteio por elementos da Guarda Presidencial, pertencentes à Polícia Militar das Forças de Defesa de Timor-Leste (FDTL), a unidade que ele comandou até desertar de Díli com alguns dos seus homens, em Abril de 2006, quase uma hora antes de o próprio presidente da República Ramos Horta ter sido alvejado. Contra tudo o que seria previsível e segundo o relato dos acontecimentos, houve dois tiroteios diferentes, separados por cerca de 45 minutos, em que nenhum sinal de alarme foi dado da residência de Ramos Horta pela sua escolta. Qual a explicação para o facto de a escolta presidencial não ter pedido socorro mais cedo e a tempo de evitar que o chefe de Estado fosse vítima do segundo tiroteio enquanto, alegadamente, o grupo de Reinado procurava Ramos-Horta nos vários edifícios da residência, arrombando portas durante mais de meia hora até o presidente da República se aproximar da residência?

06h50
A irmã de Ramos-Horta telefona-lhe a dizer que havia tiroteio perto de sua casa em Meti-hau.

06h59
Primeira chamada para o Centro Nacional de Operações (NOC) a denunciar o primeiro tiroteio em Meti-hau. Duas unidades da Polícia das Nações Unidas e da Polícia Nacional deixam Becora, na periferia sudeste de Díli, e dirigem-se para a residência do Presidente da República.

07h00
Ramos-Horta dirige-se a casa para averiguar o que se passa e é gravemente atingido na mão, no abdómen e nas costas, no segundo tiroteio, a cerca de 20 metros do portão desta. Por que razão se dirige Ramos Horta à sua residência, sabendo que esta estava a ser atacada, quando poderia ter telefonado para a Polícia das Nações Unidas (UNPOL) ou para a GNR? À mesma hora um cidadão timorense telefona para a GNR a alertar para um tiroteio junto à casa do presidente, à saída de Díli, junto à praia da Areia Branca.

07h10
É chamada ao local do ataque a primeira ambulância.

07h13
O próprio Presidente da República telefona à sua chefe de gabinete, Natália Carrascalão, pedindo ajuda por se encontrar ferido.

07h15
Os primeiros elementos da GNR acompanhados por um enfermeiro do INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica) chegam ao local encontrando três corpos no chão. Assistem Ramos-Horta, que é um deles e que está sozinho e gravemente ferido. Este enfermeiro do INEM acabou por ser a primeira pessoa a prestar cuidados médicos ao presidente. A UNPOL chegou tarde ao local, ficou a 300 metros e não deu qualquer assistência ao presidente. Depois dos primeiros socorros, o presidente é evacuado pela GNR e pela equipa do INEM e demora 20 minutos até dar entrada no hospital de campanha das forças australianas em Díli, onde é operado por uma médica do INEM.
Estranhamente, enquanto este ataque se passava em Meti-hau, não eram tomadas nenhumas medidas especiais de segurança.

07h45
Hora e meia depois dos primeiros tiros em Meti-hau, a comitiva de Xanana Gusmão, aparentemente sem reforço de escolta, é atacada com fogo cerrado à saída de sua casa em Baibar pelo lugar-tenente do major rebelde, Gastão Salsinha. O primeiro-ministro escapa ileso e apesar de o seu carro ter sido atingido e de um dos carros da escolta se ter despenhado, consegue chegar à cidade.

Minutos depois, Gastão Salsinha volta à residência de Xanana Gusmão e tenta convencer a segurança deste a dar-lhe armas. Os seguranças recusaram e o grupo de Salsinha foi-se embora.

A esposa de Xanana Gusmão, a australiana Kirsty Sword-Gusmão, e os filhos ainda se encontravam em casa com apenas três guardas e completamente em pânico. A GNR foi chamada e evacuou-os num blindado.

Considerando que a posição da Austrália em 1974, ou seja, um ano antes da invasão indonésia de Dezembro de 1975, quando já se antecipava a retirada de Portugal, era de oposição a um novo Estado independente, argumentando que um país inviável fomentaria a instabilidade na região, considerando o apoio que a Austrália deu a Suharto e à Indonésia antes da independência de Timor, considerando as potencialidades petrolíferas do mar de Timor e o lançamento a nível internacional dos concursos para a licitação dos primeiros blocos de exploração de hidrocarbonetos on-shore na sua zona económica exclusiva (ZEE) em 2005, não que há de facto aqui qualquer coisa que está mal contada?

Como se pode ler aqui, Chip Henriss-Anderssen, major da força australiana que prestou serviço em Timor em 1999 com o contingente da ONU, afirmou “Fomos para Timor-Leste para ajudar as pessoas e agora estamos a dar-lhes bofetadas e a roubar-lhes o petróleo” e ”Temos de colocar a verdadeira questão, que é a de saber se fomos ou não para Timor para nos apropriarmos de reservas de petróleo que não são nossas”...

Fontes: DD, DN, JN, CM, Agência Lusa

Buraco tapado por Cosmopolita às 16:28
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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008

Um blog moçambicano

Para quem se interessa pela actualidade moçambicana, vale a pena visitar o Diário de um Sociólogo, um blog de Carlos Serra que aborda, entre outros assuntos, as recentes revoltas sociais decorrentes do aumento do preço do pão e das tarifas nos transportes públicos da capital, vulgo "chapas", e que me foi indicado pelo meu amigo Zé Manel.

 

 

 

Buraco tapado por Cosmopolita às 15:30
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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2006

O terrorista do outro 11 de Setembro

Morreu (ontem) Augusto Pinochet , "um torcionário do piorio, um fantoche dos americanos, responsável pela tortura e morte de milhares e milhares de chilenos", como alguém que me é muito querido o descreveu.

Pena, muita pena, muito injusto que não tenha sido julgado pelos seus crimes hediondos, mas de qualquer forma vira-se assim definitivamente uma página negra da história do Chile.

Buraco tapado por Citadina às 10:24
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