Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

Sugestão de fim de semana

(Clicando na imagem pode acrescentar o seu à lista de nomes para protestar junto do Governo.)

Buraco tapado por Citadina às 14:49
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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

A guerra na Geórgia explicada em pipelines

Participei em 1998/99 num consórcio que ganhou o projecto do TACIS da UE do programa INNOGATE "Estudos de viabilidade de pipelines de petróleo e gás através do Mar Cáspio". Das minhas funções fazia parte a recolha de todos os dados relativos aos pipelines de exportação de petróleo e gás existentes e projectados nas regiões do Transcáucaso, Cáspio e Ásia Central, bem como a de engenheira de ligação com todas as companhias de petróleo e gás a operar naquelas regiões e com as instituições privadas e governamentais envolvidas.

 

Examinámos todos os projectos existentes e projectados para aquelas regiões e muitos outros de regiões conexas, bem como os estudos de viabilidade respectivos. Alguns dos que na altura estavam apenas em projecto estão já hoje construídos e a funcionar, outros quase concluídos e ainda outros permanecem apenas no papel.

 

Uma coisa é certa: as rotas do petróleo e gás são rotas de guerra e conflitos. O meu objectivo é, pois, explicar em alguns posts a principal razão de ser desta guerra na Geórgia,  precisamente através dos pipelines que existem na zona do Cáucaso e noutras regiões vizinhas.

 

Neste primeiro post falarei de alguns dos mais importantes pipelines, nomeadamente dos que atravessam a Geórgia e que fazem parte de linhas mais vastas de exportação de petróleo e gás.

 

  

Fonte: Wikipédia

 

 Pipeline Baku-Tbilissi-Cehyan (BTC)

O pipeline Baku-Tbilissi-Cehyan, também conhecido como BTC (a verde na imagem), é um pipeline de petróleo que vai do campo petrolífero Azeri-Chirag-Guneshli no Azerbeijão, perto de Baku, capital do Azerbeijão, até ao Mar Mediterrâneo. Dos 1.768 Kms que tem de extenção, 443 Km estão no Azerbeijão, 249 Km estão na Geórgia e 1.076 Km na Turquia. Liga Baku, Tbilissi, capital da Geórgia, e Cehyan, um porto na costa sudeste da Turquia, daí o seu nome. É o segundo maior pipeline do mundo depois do pipeline russo Druzhba. O primeiro petróleo que foi bombado no extremo de Baku em 10 de Maio de 2005, atingiu Cehyan em 28 de Maio de 2006.

Paralelamente a este pipeline BTC, correm o South Caucasus Gas Pipeline desde o Sangachal terminal no Azerbeijão até Erzurum na Turquia. Entre Sariz e Cehyan, o Samsun-Cehyan pipeline será instalado ao longo do mesmo corredor.


South Caucasus Pipeline (Baku-Tbilissi-Erzurum)

O pipeline South Caucasus (a castanho na imagem), também conhecido por Baku-Tbilisi-Erzurum Pipeline, PTE pipeline or Shah-Deniz Pipeline, é um pipeline de gás natural destinado a transportar gás natural desde o campo de gás Shah Deniz no sector Azeri do Mar Cáspio até Erzurum na Turquia.

O principal objectivo deste pipeline é o de fornecer a Turquia e a Geórgia. Como um país de trânsito, a Geórgia tem o direito a ficar com 5% do volume anual de gás que circule no pipeline como tarifa e pode ainda comprar mais uns 0,5 bilhões de metros cúbicos de gás por ano a um preço de desconto. Numa perspectiva de longo prazo, o South Caucasus Pipeline fornecerá a Europa com o gás natural do Cáspio através dos pipelines Nabucco, Turquia-Grécia e Grécia-Itália.

 

Nabucco pipeline (planeado)

O pipeline Nabucco é um pipeline de gás natural planeado que fará o transporte de gás natural da Turquia à Áustria, através da Bulgária, Roménia e Hungria (em castanho a tracejado na imagem). Estender-se-á desde Erzurum na Turquia até Baumgarten an der March, um enorme centro gasífero da Áustria.

Este pipeline é uma alternativa aos métodos actuais de importação de gás natural sómente através da Rússia, que tornam a Europa dependente e insegura relativamente às práticas da Rússia. O projecto é apoiado pela União Europeia e pelos Estados Unidos. O Projecto Nabucco está incluído no programa da Rede Trans-Europeia de Energia da EU e já foi efectuado um estudo de viabilidade para o pipeline Nabucco através de uma doação da EU.

 

Samsun Ceyhan Pipeline (planeado)

O Samsun Ceyhan Pipeline, também conhecido por SCP ou Trans-Anatolian Pipeline Pipeline, é um pipeline de petróleo planeado entre o terminal do Mar Negro em Samsun e o terminal de petróleo no Mediterrâneo em Cehyam na Turquia. O objectivo deste projecto é providenciar uma rota alternativa ao petróleo russo e kazaque e aliviar o peso do tráfico no estreito de Bósforo e Dardanelos.

Terá um comprimento de 555 Km e uma capacidade de 1,5 milhões de barris por dia com uma capacidade inicial de 1 milhão de barris por dia. A começar em Sariz, o pipeline seguirá o corredor do pipeline Baku-Tbilissi-Cehyan.

 

Trans-Caspian Gas Pipeline (planeado)

O Trans-Caspian Gas Pipeline é um pipeline submarino entre Turkmenbatsy no Turquemenistão e Baku no Azerbeijão. Existem algumas propostas no sentido de incluir também uma ligação ao campo petrolífero de Tengiz no Kazaquistão e Turkmenbatsy. Em Baku será ligado ao South Caucasus Pipeline (Baku-Tbilisi-Erzurum pipeline) e através deste ligar-se-á ao planeado Nabucco Pipeline (Turquia-Bulgária-Roménia-Hungria-Áustria pipeline).

O propósito deste projecto do Trans-Caspian Gas Pipeline é o de transportar o gás natural do Kazaquistão e Turquemenistão para a Europa Central, circunvalando quer a Rússia, quer o Irão. No entanto todos os ambientalistas e a própria Rússia são de opinião que qualquer pipeline de petrólero ou gás que possa passar pelo fundo do Mar Cáspio é ambientalmente inaceitável.


Western Route Export Pipeline (WREP)

O Baku-Supsa Pipeline, também conhecido como Western Route Export Pipeline e Western Early Oil Pipeline, tem 830 Km de comprimento e estende-se desde o terminal Sangachal perto de Baku, de onde transporta o petróleo do campo petrolífero de Azeri-Chirag-Guneshli, e o terminal de Supsa na Geórgia. É operado pela BP (British Petroleum).

 

Baku-Novorossiysk Pipeline

O Baku-Novorossiysk Pipeline, também conhecido como Northern Route Export Pipeline e Northern Early Oil Pipeline é um pipeline com 830 Km de extensão, que se estende do terminal Sangachal perto de Baku até ao terminal de Novorossiysk na costa do Mar Negro da Rússia. É operado no Azerbeijão pela State Oil Company of Azerbaijan Republic (SOCAR) e na Rússia pela Transneft.

 

Em maior detalhe poderão ver abaixo os troços do BTC e do Baku-Supsa (WREP) pipelines que atravessam a Geórgia. Neste mapa vê-se bem a localização da Abecásia e da Ossétia do Sul e das suas capitais, respectivamente Sokhumi e Tskhinvali.

 

 Fonte: Wikipédia

 

Apesar de a Geórgia não produzir petróleo, este país é um país chave no trânsito das exportações de petróleo e gás do Azerbeijão para os mercados do Oeste. A Europa é assim um dos principais clientes do petróleo que é bombado através dos pipelines do sul do Cáucaso numa aposta feita para diversificar a sua dependência do fornecimento russo.

 

Há analistas que pensam que este conflito foi orquestrado pela Rússia de forma a interromper o fornecimento através do BTC e a encaminhar as exportações de petróleo do Azerbeijão através dos pipelines russos, forçando a Europa a uma maior dependência dos fornecimentos deste país.

 

A região do Cáucaso é também um importante corredor de ligação dos riquíssimos países petrolíferos da Ásia Central à Europa.

 

O aumento de instabilidade nesta região pode contribuir para um recuo do projecto Nabucco, o pipeline de gás projectado para trazer o gás do Cáspio e da Ásia Central para a Europa e garantir assim a sua segurança de fornecimento.

 

A guerra na Geórgia pode vir a confirmar as dúvidas existentes sobre o facto de a Geórgia ser um país fidedigno como país de trânsito de petróleo e gás, o que se pode vir a traduzir não só em relutância política relativamente a projectos de óleo e gás internacionais destinados a fazer o by-pass da Rússia, tais como o projecto Nabucco e o pipeline Odessa-Brody, mas também numa diminuição da confiança dos investidores e, eventualmente, num aumento dos preços do petróleo.

 

Por outro lado, no que diz respeito aos EUA, a Geórgia é um elemento chave no “corredor de energia do sul” que estes apoiam desde os anos 90, e que liga a região do Mar Cáspio e Ásia Central aos mercados mundiais fazendo o by-pass da Rússia e conduzindo ao isolamento do Irão.

 

Segundo alguns analistas, este conflito na Geórgia expôs a fragilidade dos pipelines do Transcáucaso e poderá obrigar o Oeste, se perder a Geórgia, a superar a sua relutância em virar-se, como alternativa, para as rotas de exportação do Irão.

 

A outra alternativa ao Irão, para o Oeste, seria a de fazer saír o petróleo e gás do Cáucaso e da Ásia Central através dos pipelines russos ou chineses.

 

Esta guerra pode interromper o fornecimento de cerca de 1.6 milhões de equivalentes de barris de petróleo por dia da região do Mar Cáspio aos mercados mundiais.

 

Eis o verdadeiro móbil da guerra.

 

Buraco tapado por Cosmopolita às 18:38
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Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Eu (também) Não Vou

 

porque

 

 

e eu não gosto.

 

Mas adoro quando o liberalismo selvagem lhes corre mal.

 

(imagens recebidas por e-mail).

 

Buraco tapado por Citadina às 10:18
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Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008

Uma história mal contada

Pode parecer "teoria da conspiração", mas algo me cheira a esturro neste golpe ocorrido na madrugada de 2ª feira em Timor Leste. Mais do que a esturro, cheira-me a petróleo.

Quer o secretário geral da Fretilin, Mari Alcatiri, ex-primeiro ministro do Governo, quer o comandante das Forças Armadas timorenses, brigadeiro general Taur Matan Ruak, exigem uma investigação rápida e apurada ao que aconteceu e ao papel desempenhado pelas forças internacionais, tanto mais que há já uma semana Matan Ruak tinha alertado os responsáveis pela segurança no país de que o presidente e primeiro-ministro poderiam ser alvos de um ataque.

Mais estranho ainda é o facto de que a única pessoa que, em oposição ao Governo e aos tribunais, apostava na via do diálogo com um dos alegados cabecilhas, o fugitivo major Alfredo Reinado, ser o próprio presidente Ramos Horta. Por que razão então Reinado ataca “a única pessoa que o estava a tentar salvar”, pergunta Mari Alcatiri?

É opinião de Mari Alcatiri que Alfredo Reinado tenha servido como instrumento militar de ”intenções políticas internas e externas” a Timor-Leste. Segundo ele, é estranho que quer nos acontecimentos de 2006 que envolveram Reinado tenha havido um pedido da intervenção de forças internacionais, quer agora neste golpe em que, mesmo com as forças internacionais presentes, “o próprio Presidente é atingido, o primeiro-ministro sai ileso também de um ataque misterioso e imediatamente o governo e o presidente interino assinam uma carta já redigida em inglês a pedir mais forças australianas”.

Apesar da presença destas forças, não só o socorro chegou tarde, como não houve uma caça ao homem para procurar os responsáveis do ataque. Como acrescenta Alcatiri "as FDTL quiseram actuar mas, foram travados pelas forças internacionais”. Qual o papel delas então? Com que missão se encontram em Timor Leste?

Nem a cronologia dos ataques nem nenhum dos factos relacionados faz sentido, rondando mesmo o absurdo. Senão vejamos:

06h15
Cerca de dez homens armados liderados pelo major Reinado atacam a residência particular de Ramos-Horta em Meti-hau. O presidente estava fora, a fazer o seu habitual jogging matinal, facto que era sobejamente conhecido em Díli. Porquê então atacar a residência do presidente se o podiam ter matado quando fazia o jogging na marginal? Este facto deveria ser conhecido por parte de Alfredo Reinado, militar experiente treinado em Portugal e na Austrália e ex-comandante da Polícia Militar!

06h20
O major Alfredo Reinado é morto logo no início do primeiro tiroteio por elementos da Guarda Presidencial, pertencentes à Polícia Militar das Forças de Defesa de Timor-Leste (FDTL), a unidade que ele comandou até desertar de Díli com alguns dos seus homens, em Abril de 2006, quase uma hora antes de o próprio presidente da República Ramos Horta ter sido alvejado. Contra tudo o que seria previsível e segundo o relato dos acontecimentos, houve dois tiroteios diferentes, separados por cerca de 45 minutos, em que nenhum sinal de alarme foi dado da residência de Ramos Horta pela sua escolta. Qual a explicação para o facto de a escolta presidencial não ter pedido socorro mais cedo e a tempo de evitar que o chefe de Estado fosse vítima do segundo tiroteio enquanto, alegadamente, o grupo de Reinado procurava Ramos-Horta nos vários edifícios da residência, arrombando portas durante mais de meia hora até o presidente da República se aproximar da residência?

06h50
A irmã de Ramos-Horta telefona-lhe a dizer que havia tiroteio perto de sua casa em Meti-hau.

06h59
Primeira chamada para o Centro Nacional de Operações (NOC) a denunciar o primeiro tiroteio em Meti-hau. Duas unidades da Polícia das Nações Unidas e da Polícia Nacional deixam Becora, na periferia sudeste de Díli, e dirigem-se para a residência do Presidente da República.

07h00
Ramos-Horta dirige-se a casa para averiguar o que se passa e é gravemente atingido na mão, no abdómen e nas costas, no segundo tiroteio, a cerca de 20 metros do portão desta. Por que razão se dirige Ramos Horta à sua residência, sabendo que esta estava a ser atacada, quando poderia ter telefonado para a Polícia das Nações Unidas (UNPOL) ou para a GNR? À mesma hora um cidadão timorense telefona para a GNR a alertar para um tiroteio junto à casa do presidente, à saída de Díli, junto à praia da Areia Branca.

07h10
É chamada ao local do ataque a primeira ambulância.

07h13
O próprio Presidente da República telefona à sua chefe de gabinete, Natália Carrascalão, pedindo ajuda por se encontrar ferido.

07h15
Os primeiros elementos da GNR acompanhados por um enfermeiro do INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica) chegam ao local encontrando três corpos no chão. Assistem Ramos-Horta, que é um deles e que está sozinho e gravemente ferido. Este enfermeiro do INEM acabou por ser a primeira pessoa a prestar cuidados médicos ao presidente. A UNPOL chegou tarde ao local, ficou a 300 metros e não deu qualquer assistência ao presidente. Depois dos primeiros socorros, o presidente é evacuado pela GNR e pela equipa do INEM e demora 20 minutos até dar entrada no hospital de campanha das forças australianas em Díli, onde é operado por uma médica do INEM.
Estranhamente, enquanto este ataque se passava em Meti-hau, não eram tomadas nenhumas medidas especiais de segurança.

07h45
Hora e meia depois dos primeiros tiros em Meti-hau, a comitiva de Xanana Gusmão, aparentemente sem reforço de escolta, é atacada com fogo cerrado à saída de sua casa em Baibar pelo lugar-tenente do major rebelde, Gastão Salsinha. O primeiro-ministro escapa ileso e apesar de o seu carro ter sido atingido e de um dos carros da escolta se ter despenhado, consegue chegar à cidade.

Minutos depois, Gastão Salsinha volta à residência de Xanana Gusmão e tenta convencer a segurança deste a dar-lhe armas. Os seguranças recusaram e o grupo de Salsinha foi-se embora.

A esposa de Xanana Gusmão, a australiana Kirsty Sword-Gusmão, e os filhos ainda se encontravam em casa com apenas três guardas e completamente em pânico. A GNR foi chamada e evacuou-os num blindado.

Considerando que a posição da Austrália em 1974, ou seja, um ano antes da invasão indonésia de Dezembro de 1975, quando já se antecipava a retirada de Portugal, era de oposição a um novo Estado independente, argumentando que um país inviável fomentaria a instabilidade na região, considerando o apoio que a Austrália deu a Suharto e à Indonésia antes da independência de Timor, considerando as potencialidades petrolíferas do mar de Timor e o lançamento a nível internacional dos concursos para a licitação dos primeiros blocos de exploração de hidrocarbonetos on-shore na sua zona económica exclusiva (ZEE) em 2005, não que há de facto aqui qualquer coisa que está mal contada?

Como se pode ler aqui, Chip Henriss-Anderssen, major da força australiana que prestou serviço em Timor em 1999 com o contingente da ONU, afirmou “Fomos para Timor-Leste para ajudar as pessoas e agora estamos a dar-lhes bofetadas e a roubar-lhes o petróleo” e ”Temos de colocar a verdadeira questão, que é a de saber se fomos ou não para Timor para nos apropriarmos de reservas de petróleo que não são nossas”...

Fontes: DD, DN, JN, CM, Agência Lusa

Buraco tapado por Cosmopolita às 16:28
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