Segunda-feira, 2 de Março de 2009

Mês novo, solidão nova

Inicia-se uma nova fase na vida das autoras deste blog. A Cosmopolita está agora em Moçambique, onde irá permanecer até ao fim de Maio. Depois de um ano e meio profissionalmente difícil, vai-se restaurando a estabilidade na nossa família, muito à custa deste sacrifício dela, de mais uma vez se expatriar.

Eu, por enquanto e até me habituar, na medida do possível, à ausência dela, sinto-me frágil.

 

 

Buraco tapado por Citadina às 12:34
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De Sofia a 12 de Março de 2009 às 08:57
Engraçado encontrar alguém que esteja a viver o mesmo que eu... só que eu sou uma “Cosmopolita”... embora com algumas diferenças: não estou tão perto de Portugal e nem tenho a sorte de ter uma “Citadina” que minimizasse o sofrimento de uma expatriada. Não é que não fosse díficil para ambas mas para a expatriada é sempre mais complicado porque fica longe da pessoa que ama, dos amigos e da família.
Ah! Só mais uma “pequena” diferença: se calhar a “Citadina” ama o suficiente a “Cosmopolita” e isso faz toda a diferença!
Portanto, quando se ama “Não há longe nem distância” já dizia o Fernão Capelo Gaivota.
É o que me parece apropriado para vocês :)
De Citadina a 12 de Março de 2009 às 10:21
Bom dia Sofia!
Antes de mais, muito obrigada pelo seu simpático e interessante comentário, que me leva de imediato a perguntar: se não está "tão perto" de Portugal como a Cosmo (que está em Moçambique), isso significa que está... na lua?! Devo avisar que se é o caso de estar em terras australianas (bem longe, de facto) tenho inveja!
Bem sei que estar longe dos amigos e da família é perturbador, mas tenho a fantasia de que a Austrália é o melhor país do mundo para se viver! Mas não me quero pôr a adivinhar, se calhar está a ler-me de olhos em bico e isso já não deve ter tanta graça...
Enfim, amor não nos falta, Afrodite seja louvada, mas por isso mesmo permito-me contestar o Capelo, que era decerto um optimista incurável... Há longe e há distância, como depreendo que a Sofia saiba por si própria, distância essa que se tenta encurtar todos os dias à custa de artifícios vários (entre os quais, concedo, o recurso a românticas tiradas literárias que fazem por nos iludir e nós deixamos que assim seja...
Espero ter o prazer de voltar a lê-la por aqui -ou em outro lugar qualquer - e de desvendar esse longínquo poiso onde se encontra.
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