Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007

Por causa da blogosfera, as minhas amigas pensam que eu estou à beira da morte

"A gaja não dorme, não caga regularmente e não vai ao ginecologista há mais de dez anos?! O fim está próximo, coitada!"

Buraco tapado por Citadina às 16:45
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Quarta-feira, 3 de Outubro de 2007

Não estranhem

Assunto de merda por assunto de merda, resolvi escrever sobre um inequívoco. Claro que podia ter escolhido as primárias do PSD, o novo líder do PSD, a entrevista interrompida não pelo imperador da bola mas sim por critérios editoriais de merda, os “casos” da arbitragem no futebol, a falta de higiene nos refeitórios dos hospitais deste país, a subida incessante da Euribor e como isso nos fode grandemente a todos, o desemprego crescente, ou quaisquer outros assuntos de merda, mas em vez disso, decidi mostrar-vos como o meu casamento é a sério, com os pés assentes na realidade, vivido nos problemas do dia-a-dia, sem papéis, é certo, mas com casa (caca?) posta.
O que é que há de estranho nisto?

Buraco tapado por Citadina às 17:30
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Terça-feira, 2 de Outubro de 2007

Does that mean I'm full of shit?

Cosmopolita: Tu nunca fazes cocó.
Citadina: Faço... Às vezes...
Cosmopolita: Mas não pode ser só às vezes, tem de ser todos os dias, de manhã ou à noite.
Citadina: ... OK... Eu vou tentar melhorar.

Buraco tapado por Citadina às 17:52
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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007

É o que dá vestir-me às escuras

Andei toda a manhã a passear-me elegantemente à frente dos meus dois chefes com a breguilha aberta.

Buraco tapado por Citadina às 12:42
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Terça-feira, 21 de Agosto de 2007

A Insanidade e a Cidade

Oito da manhã. Sobressalto.
Um mosquito? A zumbir junto ao meu ouvido.
Agora?! Ao acordar e não, como é costume, quando estou prestes a adormecer?
Estás fora do tempo, estupor. Um gesto e desapareces no meio do meu cabelo. Perdes-te aí. Estás liquidado.
Agora só preciso de bater com a cabeça na cama em vários sítios, de vários ângulos. Ou morro eu ou morres tu. Tenho mesmo que me levantar e ir trabalhar?
Buraco tapado por Citadina às 10:47
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Quinta-feira, 17 de Maio de 2007

Querido blogue (2),

Após meses de aturada exposição diária, há uma coisa que te posso garantir: a radiação de um ecrãn de PC não me faz ,nem de perto nem de longe, tão gira como a do sol.

Buraco tapado por Citadina às 14:47
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Sexta-feira, 20 de Abril de 2007

Pensamento imediatamente antes de adormecer *

Se eu fosse actriz, estaria sempre ansiosa, cada vez que recebesse um guião novo, para saber: "Qual é o meu nome?! Quem sou eu? Como é que eu me chamo?..."

 

* Ou: psicose agravada por conflitos de personalidade.

* Ou será que já estava a dormir?

Buraco tapado por Citadina às 10:04
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Sexta-feira, 23 de Março de 2007

Série "Mulher a dias" - 2

A minha mulher a dias vem à terça-feira (Só escrevo sobre isso hoje, sexta, porque só hoje consegui controlar os níveis de irritação que as investidas dela ao meu lar-doce-lar me causam).

 

Já me habituei a muita coisa. Já não tenho um ataque de nervos quando chego a casa nas terças à noite aflita para mijar e depois do alívio encontro o papel higiénico todo encharcado (don’t ask).
Já não lhe chamo nem metade dos nomes que lhe chamava por ter de voltar a arrumar tudo, desta vez nos devidos sítios, salvando os objectos dos locais estapafúrdios para onde a lógica patibular da mulher os arremessou.
Já não me angustiam tanto os "desaparecimentos" da lista das compras que elaborei criteriosamente durante os últimos dias, e da qual só dou falta, invariavelmente já de saída para o supermercado, com as chaves do carro na mão. Limito-me a fazer um percurso alargado pelos corredores do dito e comprar milhentas coisas que nunca consumirei (como marmelada russa), mas entre elas, com alguma sorte, acabo por trazer o que realmente preciso. É claro que fica caro, mas poupa-me os nervos.
Agora o que me põe doida, mas atenção, mesmo à beira de um internamento hospitalar na secção psiquiátrica, é o que ela faz ao meu tabuleiro de xadrez. Para ela, aquilo são apenas quadradinhos pretos e brancos num padrão engraçadinho, que só não se pendura na parede porque tem uns bonequinhos em cima a enfeitar. Esses bonequinhos podiam ser dispostos de uma forma muito mais criativa, mas a chata da dona da casa – que sou eu – insiste em enfileirar bonecos de cada cor em extremos opostos, num arranjo militar, como se eles fossem entrar em guerra. Enfim, manias, lá se respeita que todos as temos.
Assim, depois da passagem dela, o resultado com que me deparo, quando chego a casa, é, simplesmente, o caos: embora esteja tudo muito limpinho e sem pó, as torres, os bispos e os cavalos ocupam o lugar das rainhas, de peões e das torres, respectivamente, enquanto o rei avança para proteger um reles peão, que se esconde timidamente atrás dele!!!
Que fazer?! Desenhar um croquis?? Ensinar o estafermo a jogar?!
Buraco tapado por Citadina às 09:51
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Terça-feira, 6 de Março de 2007

Falta de inspiração crónica

... também pode dar um post ...
Buraco tapado por Citadina às 12:24
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Quarta-feira, 14 de Fevereiro de 2007

O dia dos namorados

Eu não devo ser uma pessoa nada romântica. É a única explicação para ouvir falar em Dia dos Namorados e só me vir à cabeça isto: mais uma operação de marketing barato, mais uma forma de se comercializar as emoções apelando ao pseudo-romantismo parolo.
 
Esta corrida desenfreada aos restaurantes românticos, às suites no Meridien, e às lojas de pechisbeque, fingindo na maior parte dos casos que este dia é mais especial que os outros porque..., porque..., porque sim, porque tem que ser, independentemente da porra do período que tinha que vir logo agora, da enxaqueca que nos transfigura o rosto e da discussão prepotente com que o chefe nos humilhou hoje, esta corridinha histérica, dizia eu, de facto, não faz assim muito sentido.
Impor uma data para se ser romântico é... imbecil, desculpem-me.
As minhas "datas românticas" não são de certeza iguais às vossas, e vice-versa.
Ou seja: no dia 14 de Fevereiro, "all they want is your money!"
O romantismo é um impulso, é uma coisa que não se consegue evitar ser num determinado momento em que as emoções estão ao rubro, ou então é... calculado, forçado. E, nestas circunstâncias, um paradoxo.
 
Mas enfim, isto sou eu. Para aqueles que apesar de tudo conseguem dirigir uma especial excitação a esta data, então vá, longe de mim desanimar-vos: hoje é dia de estar bem-disposto(a), de ter a libido exacerbada, a carteira recheada para gastar em merdinhas e uma performance sexual à prova de frustração. Boa sorte.
Buraco tapado por Citadina às 10:01
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Quinta-feira, 8 de Fevereiro de 2007

Corolário do dia

Se não gostas que te mintam, não faças certas perguntas.

Buraco tapado por Citadina às 09:48
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Domingo, 7 de Janeiro de 2007

Há dias que começam às seis da tarde...

Depois do Rali Dakar seguido de noitada até ao amanhecer, o meu Domingo será... mais curto.

E nada lúcido. Quando essa útil faculdade me regressar ao cérebro, fica prometido slide show do espectáculo motorizado.

Buraco tapado por Citadina às 21:13
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Terça-feira, 2 de Janeiro de 2007

Mas pronto, e porque desejar não custa...

Primeiro sobre o ano que acabou: ainda bem. Estava a ver que não. É certo que fiquei mais velha, que admitamos, começa a ser uma merda, mas também fiquei mais sábia. São cada vez mais aquelas em que já não me voltam a apanhar. E sim, digo que dessas águas nunca mais beberei, que já me chegou a intoxicação das primeiras.
Fiz coisas consideradas vergonhosas, como sempre. Se conseguisse aprender alguma coisa verdadeiramente extraordinária sem as fazer juro que evitava, mas como não sou capaz... Dantes ainda tinha pruridos em admiti-lo, mas agora... estou a ficar mais velha, e como tal, cada vez menos preocupada com julgamentos morais. É um direito que me assiste.
Fui canalha, isso sim, fui mesmo. E como me arrependo de ter magoado quem menos merecia! Isso é o que mais me lixa, mas enfim...
De resto, dispensava bem a inundação que me fodeu o parquet de vez, os ataques de asma, o Benfica insistir em humilhar tão frequentemente os adeptos, o resultado das eleições presidenciais e o aumento das taxas de juro. Entre outras coisas, de certeza, mas agora não me estou a lembrar.
 
Para 2007 espero que o Bush também seja enforcado, que o Sim ganhe no referendo com participação de pelo menos 80% dos eleitores e derrota estrondosa do Não, que me possa casar em Portugal (que eu ainda não tenho direito), que a ICAR tenha a decência de se calar para sempre com a sua posição assassina no que respeita à (não) utilização do preservativo (pelo menos essa, para já não falar de outras), que os tsunamis e demais catástrofes naturais dêem tréguas aos desgraçados deste mundo, que quem desencadear guerras as tenha que combater na linha da frente, que se descubra uma vacina contra a SIDA e a cura para o cancro.
 
Espero ainda que um português ganhe o Lisboa-Dakar 2007, que os atletas portugueses, campeões de muitas modalidades, que não os futebolistas, se tornem mais admirados que estes, porque bem o merecem; e tenho a certeza que desejo muito mais coisas, mas agora também não me lembro.
 
Desejos privados não são para aqui chamados.
 

Ah, e só para terminar: Eddie, meu filho da puta, espero que já tenhas morrido de overdose. Não, espera, isso é rápido demais. Espero que tenhas morrido por teres tentado ganhar dinheiro sendo cobaia de experiências em métodos inovadores de tortura. Espero que as cabronas das tuas iguanas, que deixavas à solta na escada do prédio, te tenham arrancado os tomates. Espero que a tua aparelhagem de som te tenha rebentado no focinho em pleno reveillon para que os coitados dos teus vizinhos possam ter um ano de 2007 em paz e sossego. Espero que te tenham envenenado, caso ainda mantenhas aquele hábito tão engraçado de roubar toda a comida dos frigoríficos comuns das cozinhas das residências de estudantes onde resolves viver a tua existência parasita (enquanto não te expulsam). Por mim, tenho muito orgulho na minha contribuição exaustiva, através das denúncias bi-semanais à polícia, para o tamanho e diversidade do teu cadastro criminal. Lembrei-me de ti porque há mais quem sofra por esse mundo fora pelo triste facto de existirem vermes como tu.

Feliz 2007!

Buraco tapado por Citadina às 15:33
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Mau feitio (ou: Nenhum para ti!)

- Não, obrigada.
- Mas...
- Estou plenamente convencida de que se alguns dos desejos que formulei no ano passado se realizaram, isso não teve nada a ver com as passas que eu comi ao som das doze badaladas.
- Ah, mas então comeste!
- Sim, mas só para re-confirmar uma tese.
- Anda lá, deixa-te de merdas!
- Não gosto. Não gosto de passas! Não como! Caguei nos desejos!
(...dassee!)
Buraco tapado por Citadina às 10:50
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Sábado, 30 de Dezembro de 2006

Private joke

Se eu tiver uma filha vou-lhe chamar Angelinha Jolie.
Buraco tapado por Citadina às 13:29
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Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2006

Três anos

... de uma nova vida.
Faz hoje três anos que quase me matei num acidente de mergulho.
Esse acidente marcou o culminar de uma época negra na minha vida.
Nesse ano de 2003, até vi o Natal dos Hospitais... num hospital.
Hoje é tudo melhor.
Buraco tapado por Citadina às 15:56
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Domingo, 10 de Dezembro de 2006

Noites brancas

Se tusso, não durmo, e dói-me a garganta.
Se tomo um comprimido para parar a tosse, condeno a terapia que me está a fazer tossir para desentupir os pulmões e prevenir os ataques de asma.
Se não parar de tossir, a minha garganta vai sangrar ainda mais e amanhã estarei não só com tosse e dores de garganta, mas também com uma constipação monumental e assim entupo os pulmões.
Se fizer a terapia da asma para desentupir os pulmões tusso.
Se tusso não durmo e dói-me a garganta ...
Buraco tapado por Citadina às 01:23
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Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2006

Um Conto de Natal (ficção ou realidade?)

Luanda, 8 de Dezembro de 2006
 
Hoje foi-me concedida uma audiência com o Chefe dos Serviços de Estrangeiros e Fronteiras de Angola.
Expus-lhe os factos: trabalho como consultor independente para um dos ministérios deste país há 18 meses.
 
Abrir parêntesis: sou um técnico altamente qualificado, mas o meu país aparentemente não precisa de mim. Durante uma vida inteira, sempre que tive de trabalhar – ou seja, basta dizer “sempre” – fui obrigado a expatriar-me. Já muitos países precisaram de mim. Estou a falar de mais de dez, em vários continentes. Mas o meu não, pelos vistos. Fechar parêntesis, continuando com os factos.
 
Há 18 meses mandaram dizer que em Angola precisavam de mim – e eu precisava do trabalho - e portanto mandaram-me vir, que se ia tratando das formalidades, que era urgente começar, que contavam comigo.
Mas só há nove meses é que me foram facultados pela minha entidade empregadora os documentos necessários para submeter um pedido de visto de trabalho . Antes disso (bom, na verdade, até hoje) era obrigado a sair de Angola de três em três meses, que é a duração de um visto ordinário. E para poder voltar ao meu posto de trabalho, por vezes esperei dois meses até que me fosse concedido novo visto.
 
Abrir novos parêntesis: Nesses tempos de espera não ganhava (ganho) dinheiro nenhum, mas as propinas dos meus filhos, a prestação da minha casa, do carro, as contas da luz, da água, do gás, do telefone, continuavam (continuam) inexoravelmente a chegar. Fechar.
 
Há um mês, fui informado que o meu visto de trabalho estava pronto, mas que só o Consulado angolano em Portugal é que mo podia dar, e só a mim, claro, “ao próprio”.
Viajei para Portugal. Gastei uma pipa de massa na passagem aérea para chegar a Portugal e me dizerem que tinha havido um engano qualquer, que não tinham visto nenhum para me dar, que aliás nem sabem onde pára o meu processo, que vão procurar...
 
Perdi mais um mês – sem ganhar dinheiro – à espera que me dessem mais um visto ordinário, para poder voltar a ir trabalhar para Angola, para tão longe dos meus filhos!
 
Parêntesis: será que já referi que mal vi os meus filhos crescerem? Não tive essa oportunidade. Sempre trabalhei em sítios nada aconselháveis para crianças. Cenários de guerra, pós-guerra, etc.... Fechar.
 
Que gostaria de saber onde pára o meu processo de pedido de visto de trabalho, e em que estado se encontra.
 
Após um longo silêncio que pretendia ser intimidante , foi-me dito sumariamente que o que eu devia ter feito era ter aguardado em Portugal que se desenrolasse todo este processo, que já se sabe que estas coisas demoram, e que eu estou ilegal em Angola. (!!!!)
Que o processo deve andar por uma das instituições envolvidas, Ministério do Trabalho, Ministério da Administração Interna, enfim, um deles.
Que tenho de ter paciência, aguardar.
 
Parêntesis: estou aqui para, entre outras coisas, formar quadros locais em áreas estratégicas para Angola. No entanto, sou olhado com desconfiança e desprezo pelos locais, porque estou a “levar” o dinheiro que é deles! É assim que vêem a questão: este tuga de merda não está aqui a transmitir conhecimentos que eles não têm, a contribuir para o desenvolvimento do país deles. Está a roubar o dinheiro “deles”, dinheiro esse que provém de donativos, subsídios, empréstimos a fundo perdido, investimentos, o que quiserem, estrangeiros!
 
Não posso ir a casa no Natal. Já perdi demasiado tempo em Portugal. O banco não se esquece de mim. Trata-me muito bem quando estou aqui, a fazer transferências para a conta daí, mas muito mal quando estou aí, e se me acaba o plafond , e as prestações caiem...no vazio.
 
Mais um Natal sem os meus filhos. Será que algum dia eles compreenderão?
Buraco tapado por Citadina às 19:31
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